Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação Geral:
Maria Antónia Pinto de Matos
Comissário:
João Pedro Monteiro
Resumo: No ano em que se comemora o centenário da Implantação da República em Portugal, a 5 de Outubro de 1910, o Museu Nacional do Azulejo inaugura a exposição temporária “Cerâmica Portuguesa da Monarquia à República”, com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.
Esta exposição apresenta 180 peças, de faiança, porcelana e azulejo, produzidas entre a década de 1870 e os anos da 1ª República, permitindo documentar a forma como a produção cerâmica, de autor e industrial, acompanhou a evolução do gosto na transição do século XIX para o século XX e, ao nível iconográfico, a mudança de Regime.
Neste último sentido, constatam-se alterações temáticas na apologia do novo poder e de personalidades emergentes da vida política, mas identificam-se, em simultâneo, permanências de determinados tipos de representação, de carácter historicista e evocativo, integradas numa tentativa de definir em cerâmica um imaginário nacional.
Publicamos hoje as fotografias das Comemorações do Centenário da República, na Universidade de Évora. Foi um privilégio ouvir o Sr. Benjamim dos Santos, soube chegar aos mais novos com as suas marcas de vida. Outra lição, de História, foi-nos oferecida pelo Dr. Silvério da Rocha Cunha. A explicação de conceitos como Res Publica, Nação e Democracia, valores queridos aos republicanos, marcaram o final de uma sessão animada pelos sons dos alunos do 5ºE e do 6ºA, que tão bem sabem elevar os nossos espíritos quando cantam, dirigidos pelo professor Rafael Reis.
O Agrupamento Nº 2 de Évora agradece a presença de todos. Viva a República!
Publicaremos, tão breve quanto possível, os textos redigidos e apresentados pelos nossos convidados.
«Em 5 de Outubro de 1910, José Relvas da varanda dos Paços do Concelho, edifício da Câmara Municipal de Lisboa, proclamou a instauração da República Portuguesa.
Em 2010 a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, associa-se às comemorações oficiais, com a emissão de uma moeda comemorativa corrente de 2 Euros cuja face nacional é da autoria de José Cândido. A moeda é disponibilizada com os acabamentos BNC (brilhante não circulada) e proof (prova numismática com limites de emissão 15000 e 10000 exemplares respectivamente.
Ao evocar os acontecimentos que marcaram a nossa História do final do século XIX, início do século XX estamos a relembrar e a honrar a memória dos Homens que se entregaram à causa republicana, aos valores da ética, da igualdade, da liberdade, do patriotismo e da defesa da identidade nacional estamos a contribuir para a promoção de uma reflexão colectiva e para a participação cívica dos cidadãos.
Conhecer a História é a melhor forma de preparar o Futuro.» http://moedamania.blogspot.com/
ESPECTÁCULO DE APRESENTAÇÃO
Fundação Mário Soares
Rua São Bento 160
Integrado na Inauguração da Exposição "Enfim, a República!"
29 Setembro | 18h30
No âmbito da inauguração da exposição "Enfim, a República!" realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.
«No âmbito da inauguração da exposição "Enfim, a República!" realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.
O Fado é a canção de um povo, de uma alma, de uma história... Ao longo de todas as tristezas e alegrias de um país, de uma vida, o Fado cantou saudades, evocou desejos, criticou pensamentos e embelezou Portugal com uma cultura única. Este espectáculo procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia fazendo um enquadramento histórico e cultural. Traz-se assim aos nossos dias a voz dos poetas que marcaram uma época acompanhados com uma linguagem musical portuguesa, orgânica, mas moderna mostrando assim os caminhos que a República abriu quer a nível de mentalidades, de vivências e de paixões. »
O Fado é a canção de um povo, de uma alma, de uma história... Ao longo de todas as tristezas e alegrias de um país, de uma vida, o Fado cantou saudades, evocou desejos, criticou pensamentos e embelezou Portugal com uma cultura única.
Este espectáculo procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia fazendo um enquadramento histórico e cultural. Traz-se assim aos nossos dias a voz dos poetas que marcaram uma época acompanhados com uma linguagem musical portuguesa, orgânica, mas moderna mostrando assim os caminhos que a República abriu quer a nível de mentalidades, de vivências e de paixões. »
No âmbito da inauguração da exposição "Enfim, a República!" realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.
No Centro Republicano Arcoense, com o patrocínio da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, a Dra. Isabel Cluny fará uma pequena alocução sobre a república no Norte e os republicanos de Arcos de Valdevez. Republicanosl Em a.v. - I Cluny
A Comissão Dinamizadora das Comemorações do Centenário da República agradece o empenhamento, a motivação e a disponibilidade demonstrados por todos os elementos da comunidade educativa, pais e encarregados de educação, alunos, docentes, funcionários, entidades locais e a inestimável colaboração do Eborae Musica, na concretização das actividades inerentes ao Projecto do Centenário da República. A Comissão agradece também à C.C.R.D.A. a disponibilização do seu auditório para a realização do espectáculo de encerramento do primeiro ano deste projecto.
Organização: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República Coordenação: Helena Carvalhão Buescu e Maria Alexandre Lousada
Hoje vou ao café
O café estabeleceu-se como um local privilegiado de encontro, espaço de sociabilidade exterior à esfera familiar e de trabalho. Ia-se, e ainda se vai, ao café para saber as últimas notícias, conversar tanto sobre a banalidade quotidiana como sobre política, ler o jornal e comentar as novidades, ver televisão, assistir à passagem de procissões ou manifestações, estudar, reunir com amigos, namorar… Assim, o mote que desencadeará os vários debates, em formato de mesas redondas, é Hoje vou ao café! Em cafés de várias cidades do país, intelectuais, políticos e artistas encontrar-se-ão para falar do papel dos cafés. Estas conversas desenrolar-se-ão em torno de três temas: os escritores da República, os intelectuais e a política e as mulheres e a República.
As mulheres e a República 15 de Abril de 2010, 21h30 Évora, Café Intensidez Moderadora: Zília Osório de Castro Oradores: Isabel Lousada, João Esteves, Natividade Monteiro, Maria Lúcia Brito de Moura e Fernanda Henriques
Este blogue foi criado em Área de Projecto, numa parceria entre Português e H.G.P. pelo 5ºA, agora, em 2010, 6ºA, turma que o gere. Publicamos todos os trabalhos realizados por todos aqueles que estão a comemorar o centésimo aniversário da República. Somos o Blogue das Comemorações da República do Agrupamento nº2 de Évora.
Viva a República!
À data da implantação da República foram inúmeros os artistas da época, que quiseram esculpir bustos da república. O busto da República de Tomás da Costa foi inaugurado por Afonso Costa em Outubro de 1911. A mulher que serviu ao escultor de modelo para o busto, Ilda Pulga, morreu em Lisboa no início da década de 90 aos 101 anos. Era natural do concelho alentejano de Arraiolos.
Os Presidentes da República Portuguesa
Joaquim Teófilo Fernandes Braga
Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue
Joaquim Teófilo Fernandes Braga
Bernardino Luís Machado Guimarães
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais
João do Canto e Castro Silva Antunes Júnior
António José de Almeida
Manuel Teixeira Gomes
Bernardino Luís Machado Guimarães
José Mendes Cabeçadas Júnior
Manuel de Oliveira Gomes da Costa
António Óscar de Fragoso Carmona
Francisco Higino Craveiro Lopes
Américo de Deus Rodrigues Tomás
António Sebastião Ribeiro de Spínola
Francisco da Costa Gomes
António dos Santos Ramalho Eanes
Mário Alberto Nobre Lopes Soares
Jorge Fernando Branco de Sampaio
Aníbal António Cavaco Silva
Algumas obras a consultar
• História de Portugal, Amado, José Carlos, Verbo Juvenil. • Atlas Geográfico de Portugal, Ed. Asa. • Atlas de Portugal, Selecções do Reader´s Digest. • História Universal, Texto Editores. • História de Portugal, Texto Editores. • História Universal, Monnier, Jean, Vol III, Verbo Juvenil. • A Primeira e a Segunda República, Colecção Primeiras Perguntas, Ed. Formar. • Mataram O Rei, Magalhães, Ana Maria e Alçada, Isabel, Colecção Viagens no tempo, Ed. Caminho. • Viva a República, Magina, Ana Maria, Colecção Desabrochar, Editorial Lda. • A Morte do Rei, Palma, Margarida, Aletheia Editores • A Queda da Monarquia, Mónica, Maria Filomena, Publicações D. Quixote. • No Coração da África Misteriosa, Colecção Viagens no Tempo, Ed. Caminho. • História Júnior, Reis, A. do Carmo, Ed. Asa. • Diário da História de Portugal, Saraiva, José Hermano, Selecções do Reader`s Digest. • Portugal no século XX – Crónica em Imagens 1910-1920, Vieira, Joaquim, Círculo de Leitores. • Viva a República, Colecção Meu Portugal, Minha História, Ed. Desabrochar.
13 DE NOVEMBRO - MESTRE PASTINHA
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EFEMÉRIDE - Mestre Pastinha, de seu nome Vicente Joaquim Ferreira Pastinha,
um dos principais mestres brasileiros de Capoeira da história, morreu em
Salvad...
"Amor em tempo de guerra"
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Esta é uma carta de amor trocada entre a minha avó e o meu avô que se
encontrava na Guerra Colonial em Moçambique em 1969.
Esta carta suscitou-me intere...
http://memoriadarepublica.blogspot.com/
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Caros leitores:
Após um mês de "férias sabáticas", resolvi, com o vosso apoio, dar
continuidade ao trabalho encetado, embora em moldes um pouco diferentes.
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CONGRESSO NACIONAL DE HISTÓRIA E CIÊNCIA POLÍTICA
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12 e 13 de Maio de 2011 – Figueira da Foz Os 100 anos da I República
portuguesa convocam não só a celebração de um ideal que é parte integrante
da cultura ...
Livre d'or - Guestbook - Livras das visitas
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*B e m - V i n d o*sobre este blog, em qual pode descobrir Portugal
através uma viagem pelo passado, com uma colecção
de postais antigos dos anos 1898 à ...