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quinta-feira, 10 de março de 2011

"A Abolição da Pena de Morte em Portugal - 1852-1976"

Ciclo de conferências comemorativo do Centenário da República  "A Abolição da Pena de Morte em Portugal - 1852-1976", pelo Dr. Luís Sotto Braga da Amnistia Internacional 
16 Março, 18h30 na  Biblioteca-Museu República e Resistência na Cidade Universitária 
Entrada Livre

domingo, 6 de março de 2011

AS MULHERES E A I REPÚBLICA


Ciclo de Conferências  AS MULHERES E A I REPÚBLICA  Entrada livre  Vila Nova de Famalicão, 11 de Março de 2011 às 18H30  

COMISSÃO NACIONAL
PARA AS COMEMORAÇÕES
DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

Palácio Foz
Praça dos Restauradores
1250-187 Lisboa
T. 213 405 500
F. 213 405 519

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Conferência Internacional: Arquitectura [in] [out] Política

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
Arquitectura [in] [out] Política

19 a 20 de Novembro de 2010
Lisboa, Aula Magna

Uma iniciativa da Trienal de Lisboa com o apoio da
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação
Cláudia Taborda e José Capela

Mais informações em: 


ARQUITECTURA: política + desejo + forma + poder + escala + inclusão = um mundo solidário, equitativo, inclusivo.
A arquitectura é uma inscrição política: a edificação é dependente da capacidade económica de quem manda construir; as formas veiculam modelos sócio-culturais e formulam desejo; o poder precisa de se fazer representar e reconhecer-se representado.
A acção dos arquitectos é também politicamente determinada e só o poder é capaz de sustentar experiências de grande escala. A integração da arquitectura no âmbito de programas de tendência democrática pode verificar-se em contextos de abundância ou de escassez. A arquitectura é uma operação socializante e consequentemente pode servir para argumentar o ideário democrático: um mundo solidário, inclusivo e equitativo.
A conferência arquitectura [in] ]out[ política surge como uma oportunidade para reflectir e debater sobre a arquitectura como instrumento orientador de processos democráticos e como signo temporal e espacial das suas potencialidades.
Arquitectura e política são per se argumento e processo, amplos e abertos. Esta conferência propõe a discussão destes conceitos de forma transdisciplinar e interdependente, num enquadramento centrado em quatro vectores: política, cidadania, ambiguidade e dispositivo. Através destes será analisada a operatividade das práticas arquitectónicas enquanto manifesto, lugar, factualidade e função.

Programa:

19 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações

10h00 – 13h15 POLITICS
Andrea Cavalletti
Ricardo Carvalho
Markus Miessen
Jeffrey Inaba
14h30 – 19h00 CITIZENSHIP
Reinhold Martin
Jorge M. Jáuregui
Antanas Mockus (to be confirmed)

Intervalo
José António Bandeirinha
Yona Friedman
Joaquim Moreno

20 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações
10h00 – 13h15 AMBIGUITY
Sarah Whiting
Pier Vittorio Aureli
Rem Koolhaas
Jorge Carvalho
14h30 – 19h00 APPARATUS
Monique Eleb
Jonathan Hill
Santiago Cirugeda
Thomas Hirschhorn
Pedro Bandeira

BILHETES À VENDA: Fnac, Worten, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés (Lisboa e Gaia), Lojas Viagens Abreu, Lojas Megarede e em www.ticketline.sapo.pt
(Reservas: 707 234 234).

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Ciclo de Conferências: As Grandes Utopias da República e do Republicanismo

CICLO DE CONFERÊNCIAS
As Grandes Utopias da República
e do Republicanismo

13 de Novembro de 2010, 12h00
Lisboa, Auditório da Cordoaria Nacional


Conferência: República – que Estado Social?
por David Pereira


Saiba mais em:

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Colóquio Desigualdades Sociais: os Modelos de Desenvolvimento e as Políticas Públicas em Questão

Data: 18 a 19 de Novembro de 2010
Local: Porto, Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Organização: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação: José Madureira Pinto


Informações, Programa e Inscrições em: http://coloquio-desigualdades.centenariorepublica.pt/


Resumo: Os níveis de riqueza e bem-estar das populações de grande parte dos países, incluindo Portugal, cresceram muito significativamente no último século. A verdade é que, sobre este fundo de crescimento económico e de melhoria de condições de vida, não deixaram de se desenhar, à escala mundial e em cada espaço nacional, acentuadas assimetrias económicas e sociais. Mesmo nas economias ditas desenvolvidas, a “questão social” nunca deixou de marcar, ao longo desses cem anos, quer o quotidiano e os projectos de emancipação dos grupos mais desfavorecidos, quer o horizonte de preocupações dos responsáveis políticos. E se isso contribuiu para consolidar um corpo de políticas e instituições voltadas para melhorar os níveis de protecção e alargar o âmbito de direitos sociais das populações, a verdade é que as desigualdades (expressas em termos de amplitude dos leques salariais, de oportunidades de acesso à propriedade e ao crédito, aos cuidados de saúde, à habitação, à instrução e à cultura e às próprias condições de participação política efectiva) estão longe de se desvanecer, com isso se perpetuando níveis surpreendentemente elevados de pobreza, de iliteracia e de retracção e exclusão social e cívica.
Ora, se o aumento do esforço financeiro do Estado em matéria de protecção social tem conseguido manter, dentro de limites toleráveis, o potencial de conflitualidade de tais desigualdades, certo é também que não se inverteram decisivamente os mecanismos económico-sociais que as geram. E aqui está por que razão a abordagem do problema das desigualdades não deve prescindir de uma análise crítica dos fundamentos dos modelos de desenvolvimento e dos paradigmas de gestão dominantes. Neste sentido, e após um primeiro conjunto de intervenções que se propõem proceder ao enquadramento geral do tema, o Colóquio orientar-se-á em torno de três grandes blocos temáticos:
- Mercados Globais, Direitos Universais?
- Sociedades Desiguais, Cidades Inclusivas?
- Regulação Económica e Paradigmas de Gestão – Um Novo Rumo Depois da Crise?

Programa:
18 de Novembro de 2010, quinta-feira

09h00 - Recepção aos participantes
09h30 - Sessão de Abertura

09h45
Enquadramento do Tema Geral do Colóquio
Introdução - José Madureira Pinto
Intervenções de João Ferreira de Almeida e de António Manuel Figueiredo

Debate

14h30
Mercados globais, direitos universais?
Intervenções de António Joaquim Esteves, Raymond Torres e de Jorge Sampaio

Debate

19 de Novembro de 2010, sexta-feira

09h30
Sociedades desiguais, cidades inclusivas?
Intervenções de Robert Castel, Isabel Guerra e de Virgílio Borges Pereira

Debate

14h30
Regulação económica e paradigmas de gestão – um novo rumo depois da crise?
Intervenções de Xavier Timbeaud, João Rodrigues e de João Cravinho

Debate

17h00 - Pausa

17h15
Intervenção de Maria Manuela Silva
Intervenção de Encerramento do Colóquio - Artur Santos Silva

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Ciclo de Conferências: As Grandes Utopias da República e do Republicanismo

CICLO DE CONFERÊNCIAS
As Grandes Utopias da República
e do Republicanismo

6 de Novembro de 2010, 12h15
Lisboa, Auditório da Cordoaria Nacional

Conferência: A República no feminino

Conferencista: Maria Alice Samara
Comentadora: Manuela Tavares

Saiba mais em:

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, Fotografar a República

29-10-2010 - 29-10-2010
Fotografar a RepúblicaFórum Eugénio de Almeida |29 de Outubro | 20h00
Entrada livre

Oradora: Tereza Siza, Investigadora.

A foto-reportagem foi um dos pontos altos da fotografia portuguesa na viragem
do século. As revistas ilustradas começam a ocupar um lugar de destaque,
multiplicam-se as iniciativas de cobertura visual da efervescência política que
anuncia a mudança política. Quando finalmente ela acontece, os fotógrafos
provam a maturidade do ofício que a registará para a história.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Conferência: A escola de hoje. Elementos para uma refundação

ENCONTROS FLE

100 ANOS DE REPÚBLICA E O FUTURO DA EDUCAÇÃO

A escola de hoje. Elementos para uma refundação.

19 de Outubro de 2010, 9h30

Fundação Calouste Gulbenkian