segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oh!... A República... até 31 de Janeiro de 2011

Na Cordoaria Nacional, todos os dias até Novembro

Vamos ver o Povo, até 19 de Setembro

Exposição — POVO
19 Junho — 19 Setembro de 2010
June 19th — September 19th
Todos os dias 10h às 18h
Sábados até às 20h
Every day from 10 a.m. to 6 p.m.
Saturdays until 8 p.m.
Av. Brasília, Central Tejo / 1300-598 Lisboa
www.fundacao.edp.pt
A Fundação EDP associa-se às comemorações do Centenário da República com a exposição internacional POVO|PEOPLE.
A pergunta, «O que é o povo?» serviu de linha orientadora a esta exposição que propõe ao público/povo de hoje várias respostas possíveis através de uma nova reflexão visual, estética, simbólica, sociológica e política sobre a génese e a evolução do conceito de POVO.


A República mês a mês - Separação da Igreja e do Estado

Programa de Edições de Teses e Dissertações


REGULAMENTO

O Programa de Edição de Teses e Dissertações integra o programa de comemorações do Centenário da República e tem por objectivo promover a publicação de teses e de dissertações que tenham por objecto de estudo a I República e o Republicanismo. O Programa é aberto aos investigadores em geral.

Art. 1.º
No âmbito das Comemorações do Centenário da República em Portugal, é lançado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR) um programa de edição de teses e de dissertações com o objectivo de divulgar trabalhos académicos com relevância científica dedicados ao estudo da I República e do Republicanismo.

Art. 2.º
O programa destina-se a todos investigadores que tenham concluído teses e dissertações académicas relacionadas com a temática da I República e do Republicanismo em todas as áreas científicas.

Art. 3.º
Só serão considerados para publicação os trabalhos concluídos e discutidos em provas académicas e que ainda não tenham sido publicados.

Art. 4.º
A selecção de trabalhos a publicar terá em consideração a originalidade do tema, a qualidade científica, a natureza das fontes e a metodologia utilizada.

Art. 5.º
Os trabalhos concorrentes deverão ser enviados para Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, em formato digital, através do endereço de correio electrónico teses@centenariorepublica.pt, até 15 de Julho de 2010. Os trabalhos deverão ser acompanhados pelo Curriculum Vitae, declaração de conclusão de mestrado/doutoramento e contactos do autor.

Art. 6.º
Os trabalhos a publicar serão seleccionados por um Júri nomeado pela CNCCR, composto por cinco especialistas.

Art. 7.º
Os trabalhos que não se enquadrem nos critérios de publicação não serão considerados.

Art. 8.º
A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República compromete-se a assegurar a edição e divulgação dos trabalhos selecionados.

Art. 9.º
Os casos omissos serão decididos segundo a matéria a que respeitem, pela CNCCR.

Mais informações: teses@centenariorepublica.pt

terça-feira, 22 de junho de 2010

Mensagem de agradecimento

A Comissão Dinamizadora das Comemorações do Centenário da República agradece o empenhamento, a motivação e a disponibilidade demonstrados por todos os elementos da comunidade educativa, pais e encarregados de educação, alunos, docentes, funcionários, entidades locais e a inestimável colaboração do Eborae Musica, na concretização das actividades inerentes ao Projecto do Centenário da República. A Comissão agradece também à C.C.R.D.A. a disponibilização do seu auditório para a realização do espectáculo de encerramento do primeiro ano deste projecto.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Os apresentadores do espectáculo e os anfitriões


O concerto, a orquestra, o coro, o Canto Torna Viagem e o Hino Nacional - "O Hino contado e cantado"

"O meu primeiro discurso" pelo Clube Estórias da História

BOA NOITE!
O meu primeiro Discurso

No meu primeiro dia de aulas, na Escola E.B.I. André de Resende senti medo do desconhecido que aí vinha e até chorei. Tudo era novo!
Caminhei para a sala de aula, entrei e conheci os meus colegas de turma e revi outros mais antigos. Fizemos a apresentação com a directora de turma: nome, idade, passatempos, entre outras coisas. E, no resto da aula estabelecemos as regras de funcionamento da sala de aula.
No intervalo brinquei e fiz novas amizades. Os dias foram passando, comecei a habituar-me e a gostar, vir para a escola passou a ser aliciante.
Aprendi matérias novas, e, como se formou o meu País. Não foi fácil, implicou muito empenhamento, esforço, dedicação e luta. (Entre as brumas da memória, ó pátria sente-se a voz, dos teus egrégios avós, que hão-de levar-te à vitória).
E o tempo passou… Cheguei à minha matéria favorita, os descobrimentos, e, descobri que os portugueses foram únicos neste empreendimento, demos novos mundos ao mundo, conhecemos novas gentes, novos mares, novos animais e novas plantas… (Heróis do mar, nobre povo, nação valente, imortal)
Os dias foram ficando maiores e rapidamente chegou o calor e o fim do ano. Vieram as férias, a praia e o descanso merecido.
E de novo o regresso…
Desta vez, o meu primeiro dia de aulas foi muito divertido, já não tive receio, e não chorei.
Nas aulas relembrámos a matéria já dada no ano anterior e começámos a aprender novos conteúdos.
Aprendemos que houve venturas e desventuras e Portugal sempre conseguiu vingar e encontrar uma solução. (Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal).
Nunca cruzámos os braços, lutámos sempre. (às armas, às armas, sobre a terra e sobre o mar! Às armas, às armas, pela pátria lutar!).
E aprendi com a História, que nunca devemos desistir e devemos defender aquilo em que acreditamos. Assim, aqui estamos hoje porque alguns acreditaram que era possível mudar e manter o “…o esplendor de Portugal.”

Desejamos a todos um agradável “Serão”.

A exposição na C.C.D.R. Alentejo

Viva a República!-Expo

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de Junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580.
Com a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais.
Neste decreto ficaram consignados os feriados de 1 de Janeiro, Dia da Fraternidade Universal; 31 de Janeiro, que evocava a revolução falhada do Porto, evocando os mártires da República; 5 de Outubro, Dia dos heróis da República; 1 de Dezembro, o Dia da Autonomia (Restauração da Independência) e o Dia da Bandeira.
Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões, o poeta que escreveu Os Lusíadas.
O 10 de Junho começou a ser particularmente exaltado com o Estado Novo, o regime instituído em Portugal. Foi a partir desta época que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Uma homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, criadora de Vanina

Sophia, a mulher, a poeta (como pretendia que se dissesse), nasceu poucos anos após a Implantação da República, em 1919.
Era uma Mulher, uma mulher de causas. Foi dirigente de movimentos universitários católicos e denunciou as injustiças do regime salazarista e dos seus seguidores mais radicais, tendo uma actuação cívica relevante na defesa das liberdades. Foi co-fundadora da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos e presidente da Assembleia-geral da Associação Portuguesa de Escritores.
Ao Dia da Liberdade chamou-lhe “ o dia inicial inteiro e limpo” e alguns dias depois, no 1º de Maio, milhares de homens e mulheres gritavam uma palavra de ordem lançada por Sophia: “A Poesia está na rua”.

« Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.»


Sophia de Mello Breyner Andresen





Sophia é autora de uma vastíssima obra, dela queremos salientar O Cavaleiro da Dinamarca, um texto que inclui diferentes histórias encadeadas. Numa dessas histórias conhecemos Vanina, «uma bela jovem que ousou lutar pela sua liberdade e trocar as voltas ao destino», "Vanina Vanini - Uma história de amor possível" é uma adaptação do texto de Sophia criada nas aulas de Escrita Criativa.

O 25 de Abril de 1974, André Almeida, Diogo Vidinha e João Banha, 5º B



 Houve uma altura, em Portugal, em que as pessoas não eram livres.
Não eram livres de falar, de discordar, não eram livres de dar a sua opinião. Tinha de se ter muito cuidado com o que se dizia e com o que se escrevia. Se as pessoas não o fizessem iam presas. Mas vários grupos de homens e mulheres de grande coragem começaram a revoltar-se e, apesar de muitos terem ido presos, muitos continuaram a reunir-se em segredo e um dia conseguiram reunir forças para libertar o país desse governo a que chamavam Ditadura porque os homens só podiam fazer o que lhes era ditado.
 Nesse dia muita gente festejou com os soldados que libertaram o país. Os homens que lideraram a revolução ficaram conhecidos como os capitães de Abril.
E mais importante ainda a nossa liberdade foi conquistada sem se derramar sangue. Sem ter havido uma morte sequer.
 Uma florista que ia a passar levava cravos na mão e começou a oferecê-los aos soldados. Assim o 25 de Abril é festejado como o dia da liberdade em Portugal e os cravos  são o seu símbolo.  

25 de Abril de 1974