sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Como se vivia? A criança e a República, Bruno Heliodoro

Como se vivia na República                                                            

Conferência Internacional: Arquitectura [in] [out] Política

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
Arquitectura [in] [out] Política

19 a 20 de Novembro de 2010
Lisboa, Aula Magna

Uma iniciativa da Trienal de Lisboa com o apoio da
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação
Cláudia Taborda e José Capela

Mais informações em: 


ARQUITECTURA: política + desejo + forma + poder + escala + inclusão = um mundo solidário, equitativo, inclusivo.
A arquitectura é uma inscrição política: a edificação é dependente da capacidade económica de quem manda construir; as formas veiculam modelos sócio-culturais e formulam desejo; o poder precisa de se fazer representar e reconhecer-se representado.
A acção dos arquitectos é também politicamente determinada e só o poder é capaz de sustentar experiências de grande escala. A integração da arquitectura no âmbito de programas de tendência democrática pode verificar-se em contextos de abundância ou de escassez. A arquitectura é uma operação socializante e consequentemente pode servir para argumentar o ideário democrático: um mundo solidário, inclusivo e equitativo.
A conferência arquitectura [in] ]out[ política surge como uma oportunidade para reflectir e debater sobre a arquitectura como instrumento orientador de processos democráticos e como signo temporal e espacial das suas potencialidades.
Arquitectura e política são per se argumento e processo, amplos e abertos. Esta conferência propõe a discussão destes conceitos de forma transdisciplinar e interdependente, num enquadramento centrado em quatro vectores: política, cidadania, ambiguidade e dispositivo. Através destes será analisada a operatividade das práticas arquitectónicas enquanto manifesto, lugar, factualidade e função.

Programa:

19 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações

10h00 – 13h15 POLITICS
Andrea Cavalletti
Ricardo Carvalho
Markus Miessen
Jeffrey Inaba
14h30 – 19h00 CITIZENSHIP
Reinhold Martin
Jorge M. Jáuregui
Antanas Mockus (to be confirmed)

Intervalo
José António Bandeirinha
Yona Friedman
Joaquim Moreno

20 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações
10h00 – 13h15 AMBIGUITY
Sarah Whiting
Pier Vittorio Aureli
Rem Koolhaas
Jorge Carvalho
14h30 – 19h00 APPARATUS
Monique Eleb
Jonathan Hill
Santiago Cirugeda
Thomas Hirschhorn
Pedro Bandeira

BILHETES À VENDA: Fnac, Worten, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés (Lisboa e Gaia), Lojas Viagens Abreu, Lojas Megarede e em www.ticketline.sapo.pt
(Reservas: 707 234 234).

A criança e a República, Carolina Ramalho e Marta Correia

A CRIANÇA E A REPUBLICA                                                            

A República e o desporto, Miguel Vidigal e Ana I. Pires

A República e o desporto                                                            

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sessão Inaugural do Rotas & Rituais

Memórias da República, João Banha e Mariana, 6ºB

Memórias da República                                                            

ÚLTIMOS DIAS O Mistério da Camioneta Fantasma

Até 14 de Novembro, no Teatro Cinearte, Sala 1
5ª a Sábado às 21h00. Domingo às 16h00.


Mais informações em: http://www.abarraca.com/


O trabalho dramatúrgico consistiu em desenhar o enquadramento do 19 de Outubro, focando a oposição monárquica, a conspiração dos exilados e o seu apoio por parte do Rei de Espanha, a acção determinante – no terreno e na confissão do Dente de Ouro -, dessa figura sinistra, o empresário teatral Augusto Gomes, e a incapacidade ou total impossibilidade de os Republicanos terem conseguido a total clarificação deste “mistério” perante a opinião pública.

Será talvez essa a razão de se continuar a intitular de “mistério” um golpe reaccionário suficientemente clarificado e confessado na sua planificação, propósitos e objectivos.

E se todos esses dados ainda são considerados insuficientes, pois que se faça luz definitiva sobre um dos mais bárbaros e repugnantes acontecimentos que manchou a vida politica nacional.

A História e o futuro vivem de saber ler o passado. Não será despiciendo saber toda a verdade sobre os crimes que se abateram sobre os dirigentes do 5 de Outubro, onze anos depois de terem conquistado a liberdade para o povo português.

Provas equestres nas comemorações do Centenário da República - Alter do Chão - 18, 19 e 20 de Novembro

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Ciclo de Conferências: As Grandes Utopias da República e do Republicanismo

CICLO DE CONFERÊNCIAS
As Grandes Utopias da República
e do Republicanismo

13 de Novembro de 2010, 12h00
Lisboa, Auditório da Cordoaria Nacional


Conferência: República – que Estado Social?
por David Pereira


Saiba mais em:

terça-feira, 9 de novembro de 2010

EXPOSIÇÃO Primitivos Portugueses (1450-1550) O século de Nuno Gonçalves

Museu Nacional de Arte Antiga

11 de Novembro 2010 a 27 de Fevereiro 2011
18 de Novembro 2010 a 27 de Fevereiro 2011

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Resumo
Reunindo e colocando em confronto mais de 160 pinturas dos séculos XV e XVI, reconstituindo alguns dos mais belos retábulos portugueses desse período, esta exposição ensaia um panorama crítico, actualizado e de grande dimensão, acerca dos chamados Primitivos Portugueses e visa demonstrar como o estudo técnico e material desse património contribui decisivamente para renovar e aprofundar o seu conhecimento. Assinalando o centenário da primeira apresentação ao público, em 1910, dos Painéis de S. Vicente, que desde então passaram a constituir, nacional e internacionalmente, a obra “fundadora” e mais célebre da arte da pintura em Portugal, a exposição procura também documentar e questionar as noções de “originalidade artística” e de “identidade nacional” tradicionalmente associadas ao brilhante ciclo criativo dos Primitivos Portugueses, iniciado por Nuno Gonçalves e depois prosseguido e consolidado pelos nossos pintores da primeira metade do século XVI.

Contando com a colaboração de muitas colecções públicas e privadas, a selecção de peças privilegiou quer os painéis retabulares mais importantes, quer as pinturas menos conhecidas, algumas oportunamente restauradas para esta ocasião. Do estrangeiro, comparecem importantes obras de museus de Itália, França, Bélgica e Polónia.

A estrutura da exposição tem uma dominante de ordenação cronológica mas combina essa sequência de base com um agrupamento das obras em função dos confrontos comparativos (estilísticos, iconográficos, etc.) que importa suscitar.

O percurso integra uma vasta quantidade de materiais gráficos, incluindo uma zona exclusivamente dedicada ao conhecimento, exposição e polémicas relacionadas com os Primitivos Portugueses desde 1910. Inclui também uma vasta documentação laboratorial associada à investigação do processo criativo das pinturas mais relevantes.

O núcleo expositivo no Museu de Évora é especialmente dedicado aos pintores luso-flamengos e às oficinas activas na cidade nas primeiras décadas do século XVI.

Comissário: José Alberto Seabra Carvalho
Informações em: http://mnaa.imc-ip.pt

Colóquio Desigualdades Sociais: os Modelos de Desenvolvimento e as Políticas Públicas em Questão

Data: 18 a 19 de Novembro de 2010
Local: Porto, Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Organização: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação: José Madureira Pinto


Informações, Programa e Inscrições em: http://coloquio-desigualdades.centenariorepublica.pt/


Resumo: Os níveis de riqueza e bem-estar das populações de grande parte dos países, incluindo Portugal, cresceram muito significativamente no último século. A verdade é que, sobre este fundo de crescimento económico e de melhoria de condições de vida, não deixaram de se desenhar, à escala mundial e em cada espaço nacional, acentuadas assimetrias económicas e sociais. Mesmo nas economias ditas desenvolvidas, a “questão social” nunca deixou de marcar, ao longo desses cem anos, quer o quotidiano e os projectos de emancipação dos grupos mais desfavorecidos, quer o horizonte de preocupações dos responsáveis políticos. E se isso contribuiu para consolidar um corpo de políticas e instituições voltadas para melhorar os níveis de protecção e alargar o âmbito de direitos sociais das populações, a verdade é que as desigualdades (expressas em termos de amplitude dos leques salariais, de oportunidades de acesso à propriedade e ao crédito, aos cuidados de saúde, à habitação, à instrução e à cultura e às próprias condições de participação política efectiva) estão longe de se desvanecer, com isso se perpetuando níveis surpreendentemente elevados de pobreza, de iliteracia e de retracção e exclusão social e cívica.
Ora, se o aumento do esforço financeiro do Estado em matéria de protecção social tem conseguido manter, dentro de limites toleráveis, o potencial de conflitualidade de tais desigualdades, certo é também que não se inverteram decisivamente os mecanismos económico-sociais que as geram. E aqui está por que razão a abordagem do problema das desigualdades não deve prescindir de uma análise crítica dos fundamentos dos modelos de desenvolvimento e dos paradigmas de gestão dominantes. Neste sentido, e após um primeiro conjunto de intervenções que se propõem proceder ao enquadramento geral do tema, o Colóquio orientar-se-á em torno de três grandes blocos temáticos:
- Mercados Globais, Direitos Universais?
- Sociedades Desiguais, Cidades Inclusivas?
- Regulação Económica e Paradigmas de Gestão – Um Novo Rumo Depois da Crise?

Programa:
18 de Novembro de 2010, quinta-feira

09h00 - Recepção aos participantes
09h30 - Sessão de Abertura

09h45
Enquadramento do Tema Geral do Colóquio
Introdução - José Madureira Pinto
Intervenções de João Ferreira de Almeida e de António Manuel Figueiredo

Debate

14h30
Mercados globais, direitos universais?
Intervenções de António Joaquim Esteves, Raymond Torres e de Jorge Sampaio

Debate

19 de Novembro de 2010, sexta-feira

09h30
Sociedades desiguais, cidades inclusivas?
Intervenções de Robert Castel, Isabel Guerra e de Virgílio Borges Pereira

Debate

14h30
Regulação económica e paradigmas de gestão – um novo rumo depois da crise?
Intervenções de Xavier Timbeaud, João Rodrigues e de João Cravinho

Debate

17h00 - Pausa

17h15
Intervenção de Maria Manuela Silva
Intervenção de Encerramento do Colóquio - Artur Santos Silva

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Ciclo de Conferências: As Grandes Utopias da República e do Republicanismo

CICLO DE CONFERÊNCIAS
As Grandes Utopias da República
e do Republicanismo

6 de Novembro de 2010, 12h15
Lisboa, Auditório da Cordoaria Nacional

Conferência: A República no feminino

Conferencista: Maria Alice Samara
Comentadora: Manuela Tavares

Saiba mais em:

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Congresso Internacional Ordens e Congregações Religiosas em Portugal. Memória, Presença e Diásporas 2 a 5 de Novembro de 2010 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Auditório 2

Congresso integrado nas comemorações oficiais do Centenário da República,
com o Alto Patrocínio da Presidência da República e
com o patrocínio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

Programa, inscrições e informações: http://www.congressoordens2010.net 

Resumo: As Ordens Religiosas fazem parte da história religiosa, social, cultural e política de Portugal desde a sua génese. Pertencem a um processo global em que o caso português acompanhou, participou e se confundiu com a gestação da própria consciência cultural europeia. A realização de um Congresso Internacional, subordinado ao tema “Ordens e Congregações Religiosas em Portugal – Memória, Presença e Diásporas” obedece ao propósito de promover a concretização dos objectivos seguintes:

- Analisar criticamente as coordenadas da presença das Ordens e Congregações em Portugal, tanto na dimensão religiosa e eclesial como na sua inserção nas complexas dinâmicas sectoriais e globais do mundo contemporâneo;

- Actualizar e aprofundar o nosso conhecimento acerca da caminhada longa e multifacetada das Ordens e Congregações religiosas intimamente associadas, desde sempre, às vicissitudes da história da nação e cultura portuguesas;

- Contribuir para um mais actualizado conhecimento do legado e do contributo das diferentes Ordens e Congregações para o nosso património colectivo, na diversidade de vectores da vida social e cultural, desde a evangelização à espiritualidade, à assistência, à saúde, ao ensino, à economia, à literatura, à música, à arquitectura, ao património e às artes em geral;

Contactos:
Secretariado Executivo do Congresso Internacional
Rua dos Três Concelhos, Lt. 5
Bairro dos Marinheiros 
Quinta do Anjo 
2950-517 
Portugal 

Email: ordens2010@gmail.com
Tel: 217920044  
Móvel: 969977702

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Ser do reviralho!

Ciclo de conferências
Luta armada e Resistência Republicana – O Reviralho (1926-1940)

Datas: 28 de Outubro a 25 de Novembro de 2010
Local: Lisboa, Livraria Ler Devagar (Lisboa)
Organização: Instituto de História Contemporânea e Movimento Cívico Não Apaguem a Memória.
Coordenação Científica: Luís Farinha

Uma iniciativa da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

28 de Outubro de 2010, 21h30
A Queda da República e a instauração da Ditadura Militar
Fernando Rosas

4 de Novembro de 2010, 21h30
Revoltas Republicanas contra a Ditadura Militar e o Estado Novo (1926-1940)
Luís Farinha

11 de Novembro de 2010, 21h30
A Ditadura Militar – a tomada do poder e os instrumentos de repressão
Irene Pimentel

18 de Novembro de 2010, 21h30
Exílio e deportação (1926-1940)
Susana Martins

25 de Novembro de 2010, 21h30
Sindicalismo livre e movimentos sociais na crise do Estado liberal
João Madeira

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Pelas ruas da República, por Catarina Branco e Helena Tavares

Pelas Ruas da República2                                                            

Imagens e Acontecimentos - Implantação da República: workshop na Fundação Eugénio de Almeida

29-10-2010 - 30-10-2010
Imagens e Acontecimentos - Implantação da República
29 e 30 de Outubro I 10h00-13h00 e 14h00-19h00
Entrada livre

Coordenação: José M. Rodrigues, Fotógrafo.

Programa:
A fotografia entre 1900 - 1925. Tendências, técnicas, linguagens. Introdução
à técnica relacionada com o trabalho a executar pelos participantes. Prática:
Fotografar lugares, monumentos, objectos relacionados com a Implantação
da República no concelho de Évora. Construir uma instalação sobre o tema,
com base nos trabalhos fotográficos realizados pelos participantes no 1º dia
do workshop.

Destinatários: Público interessado com experiencia em fotografia.

N.º máximo de participantes: 25 pessoas

Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, Fotografar a República

29-10-2010 - 29-10-2010
Fotografar a RepúblicaFórum Eugénio de Almeida |29 de Outubro | 20h00
Entrada livre

Oradora: Tereza Siza, Investigadora.

A foto-reportagem foi um dos pontos altos da fotografia portuguesa na viragem
do século. As revistas ilustradas começam a ocupar um lugar de destaque,
multiplicam-se as iniciativas de cobertura visual da efervescência política que
anuncia a mudança política. Quando finalmente ela acontece, os fotógrafos
provam a maturidade do ofício que a registará para a história.