sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Manuel de Arriaga, o que se diz...


Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos.
O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso.
Formou-se em Direito.
Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.
Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Foi reitor da Universidade de Coimbra.
Foi Procurador-Geral da República.
Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.
Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de  alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.
Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.
Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.

Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Viva República, de Jorge Laiginhas, apresentado no Porto a 10 de Dezembro

Viva a República – Diário de um Monárquico, escrito por Jorge Laiginhas e editado pela QuidNovi, é apresentado a 10 de Dezembro, às 21h00, na Bertrand Dolce Vista, no Porto. A apresentação estará a cargo de Pedro Olavo Simões, jornalista do Jornal de Notícias.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Memórias da História, Carolina Duque e Maria Galésio

Família

A Implantação da República trouxe uma certa democratização da sociedade portuguesa, que se traduziu numa maior liberalidade das convenções sociais. As mulheres ganharam maior liberdade de acção, mas na família portuguesa a autoridade paterna continua viva durante a década de 1910.
A democratização republicana não entrou nos lares portugueses onde é o pai que manda

O pai sustenta a família e a mãe faz a gestão doméstica. A educação das crianças é tarefa da mãe, mas o castigo cabe ao pai.

Educação Austera

Os padrões dos anos 10 são austeros. O papel das crianças nos primeiros tempos da República era aprender as lições, brincar sem incomodar os adultos e manter as boas maneiras.
As crianças não expressam as suas opiniões, não interferem nas conversas dos adultos e à mesa já sabem que não falam nem cantam. Mas isto nas famílias da burguesia e das classes superiores, porque nas classes rurais e proletárias a situação é muito diferente.
Também nestas o pai continua a ser a autoridade máxima em casa. Mas, na maioria dos casos, as crianças começam a trabalhar muito novas. Tanto o pai como a mãe trabalham de sol-a-sol. O tempo que resta para a educação ou para qualquer outra actividade é quase nulo.
Assim, as cidades vão criando os seus pequenos e desembaraçados «reguilas», nas ruas dos centros urbanos e que resultam da necessidade de crescer depressa.

Gerações de contestatários

A atitude desafiadora nos jovens acontece perante a família mas também perante a sociedade. E ainda que a delinquência seja um perigo à espreita, é verdade que o espírito contestatário desta geração os vai ajudar a ganhar consciência política e a criar formas de organização e de luta reivindicativa que tantas dores de cabeça vão trazer aos diversos governos republicanos ao longo de décadas.


Exposição: Cinema em Portugal : os primeiros anos

Exposição Cinema em Portugal : os primeiros anos
Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Enquadrada numa parceria com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
e a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema,
o Museu de Ciência da Universidade de Lisboa abre ao público
na próxima quinta feira, dia 9 de Dezembro, às 19 horas,
a exposição Cinema em Portugal: os primeiros anos.

Das primeiras imagens em movimento aos alvores do cinema sonoro, a exposição percorre as primeiras décadas
do cinema em Portugal, recordando a evolução da técnica e tecnologia envolvidas durante a I República.
Dos primeiros espectáculos e primeiros filmes aos estúdios e rodagens, passando pelas salas e públicos e estrelas de cinema,
sem esquecer os coleccionadores, mostram-se equipamentos, documentos e filmes, que são um testemunho, em Portugal,
do nascimento fulgurante desta arte de multidões e da invenção de uma nova indústria no virar do século.
Esta exposição pretende também ser um estímulo ao fomento de uma cultura histórica de base científica,
um excelente ponto de partida para a divulgação da ciência e do seu impacto nas sociedades.

Período de exibição: 10 de Dezembro de 2010 a 29 de Maio de 2011
Local: Museus da Politécnica, Rua da Escola Politécnica, 58, 1250-102 Lisboa
Horário: Terça a Sexta das 10h às 17h, Sábados e Domingos das 11h às 18h
Contactos: Tel. 213 921 803, geral@museus.ul.pt, www.mc.ul.pt

Participe nos Repórteres da República em:

sábado, 4 de dezembro de 2010

Visita ao Museu do Brinquedo




        
         Dia trinta de Novembro, nós, os alunos da turma do 6º A da Escola André de Resende, fomos ao Museu do Brinquedo ver uma exposição chamada ”Rota do Centenário da República”.
         A exposição mostrou-nos brinquedos desde há cem anos, desde carros a bonecos e até mesmo soldados, sem haver nenhum repetido.
         O interesse do grande coleccionador João Arbués Moreira por este tipo de colecção foi despertado quando ele se apercebeu da quantidade de brinquedos que possuía – contou-nos que quando tinha más notas nos testes lhe era oferecido um. Então, quando o espaço em sua casa já não chegava para guardar tantas peças de colecção, a Câmara Municipal de Sintra ofereceu-lhe um antigo quartel de bombeiros para o utilizar como museu.
         Eu acho que toda a turma do 6º A adorou esta visita ao Museu do Brinquedo.    
Tomás Seatra 





Museu Do Brinquedo

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tertúlias em cafés: As Mulheres e a República, no Museu da Guarda

No âmbito do programa República das Letras, realiza-se a tertúlia

As mulheres e a República
3 de Dezembro, 21h00
Museu da Guarda

terça-feira, 30 de novembro de 2010

EXPOSIÇÃO Columbano Bordalo Pinheiro (1900-1929) INAUGURAÇÃO 2 de Dezembro de 2010

Local: Lisboa, Museu do Chiado / Museu Nacional de Arte Contemporânea
Período de exibição: 2 de Dezembro de 2010 a 27 de Março de 2011
Comissária: Maria Aires Silveira

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

“(…) homenzinho trigueiro, pequeno, silencioso, com a sua miopia doce e o seu ar contrafeito (…) cheio de susceptibilidades, modesto por orgulho, intransigente por princípio”
Fialho de Almeida – Os Gatos, 1891, IV, p. 48

Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929), pioneiro do realismo português, introduz um discurso de modernidade, especialmente através do retrato, desde a década de 80, e representa as mais destacadas personalidades da sociedade portuguesa, em imagens identificadoras das mudanças sociais, ao longo de três gerações da viragem do século. O projecto desta exposição aborda estas intenções do artista e apresenta o retrato como tema clarificador dos diferenciados programas estéticos do autor. No início, sucedem-se os retratos de familiares e amigos mas, a partir dos anos 90, emerge uma elite, politicamente afirmada e culturalmente sólida, um inventário figurativo de elementos significativos dos meios políticos, literários, jornalísticos e artísticos portugueses, inclusive dos meios teatrais. A sua vasta produção de uma centena de retratos, entre 1885 e 1928, correspondente a uma crescente projecção do autor, que se afirma a partir de uma mediatizada exposição, em 1894, é reveladora deste gosto que abrange a sua própria imagem, em algumas pontuações icónicas.

Por outro lado, importa registar o interesse pela natureza-morta, desde 1872, e especialmente na década de 90 até ao final da sua vida, que desenvolve paralelamente ao esforço de captação psicológica exigido pelo retrato. Na tranquilidade do lar, cenas intimistas remetem para realidades interiores, expressas por um estatismo misterioso de discretas e delicadas figuras, em pinturas sensíveis.

Director do Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado, da Sociedade Nacional de Belas Artes, professor na Escola de Belas Artes, Columbano esboça, em inícios de 1900, e após grandes sucessos nacionais, uma intenção de internacionalização, através da participação em numerosas exposições no estrangeiro, mas também pela integração de obras suas nas colecções do Musée du Luxembourg, actualmente no Musée d’Orsay, e Galeria degli Uffizi-Palazo Pitti. Estas pinturas, inéditas em Portugal, são apresentadas nesta exposição, tal como um núcleo de peças da sua autoria, pertencente à colecção do Museu das Belas Artes do Rio de Janeiro. Esta exibição contará também com um Auto-retrato do seu amigo John Singer Sargent, colecção da Galeria degli Uffizi-Palazo Pitti, uma pintura de esquema compositivo e cromático semelhante a muitos dos retratos de Columbano.

Maria de Aires Silveira
Comissária da Exposição


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A República – Etnografia do Quotidiano

A República – Etnografia do Quotidiano

30 de Novembro de 2010
Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga


17h30
A República e o Museu Nacional de Arqueologia
- Luís Raposo

Os Valores da República
- Amadeu Carvalho Homem

Objectos do Quotidiano na República, 100 anos depois
- Catarina Portas

18h30
Lançamento de catálogo e inauguração de espaço expositivo no Átrio do Museu Nacional de Arqueologia

Uma iniciativa do Instituto dos Museus e da Conservação, Museu Nacional de Arqueologia e Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Mais informações em: 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

CONGRESSO NACIONAL DE HISTÓRIA E CIÊNCIA POLITICA

 
CONGRESSO NACIONAL DE HISTÓRIA E CIÊNCIA POLITICA OUTRAS VOZES na República 1910-1926

 
Figueira da Foz - 12, 13 e 14 de Maio de 2011
Apresentação
Os 100 anos da I República portuguesa convocam não só a celebração de um ideal político e social que é, hoje, parte integrante da matriz ideológica do mundo ocidental, como constituem uma oportunidade para observar com maior acuidade, um período basilar da nossa história nacional. Porque na política, na vida e na História quase nada é consensual, só se pode aspirar à compreensão de um facto através do entendimento dos vários planos que o constituem. Faz, pois, todo o sentido que no momento em que se debruçam as atenções sobre o estudo da I República portuguesa, se insira nessa abordagem a perspectiva do Outro.
Assim, o congresso [WINDOWS-1252?]“OUTRAS VOZES na República [WINDOWS-1252?]1910-1926” propõe-se discutir a verdadeira riqueza e complexidade da I República portuguesa. Trata-se de uma oportunidade para promover a interacção entre comunidade académica, jovens investigadores e público interessado numa reflexão plural e dinâmica inserida no debate em curso sobre a I República. Espera-se que entre mesas redondas, tertúlias, jantares, conferências, inauguração de exposição, passeios culturais e outras surpresas se propiciem três dias de discussão, trabalho e convívio.
Neste quadro, o Museu da Presidência da República convida todos os interessados a submeter comunicações científicas originais sobre temáticas nas áreas de História e Ciência Política.

Prazos e condições de submissão de propostas
O prazo para apresentação de comunicações decorre até 31 de Janeiro de 2011. As propostas de comunicações devem ser enviadas para o endereço outrasvozes@presidencia.pt, preenchendo a Ficha de Inscrição do congresso e acompanhadas de um breve CV (limite de 1 página).
Os autores serão informados sobre a aceitação das suas propostas até 28 de Fevereiro de 2011.
 
Para mais informação, consulte o documento do Call for papers ou a página web do congresso http://outrasvozesnarepublica.wordpress.com/
 
 
Museu da Presidência da República
Serviço de Formação
Palácio Nacional de Belém
Praça Afonso de Albuquerque
1349-022 Lisboa
Tel. (+351) 213.614.660
Fax. (+351) 213.614.764
 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Exposição: A República foi ao Teatro

Local: Lisboa, Museu Nacional do Teatro
Inauguração: 25 de Novembro, 18h00
Período de exibição: 25 de Novembro de 2010 a 29 de Maio de 2011
Horários: 4ª Feira a Domingo, das 10h-18h. 3ª Feira, das 14h-18h. Encerra à 2ª Feira.
Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Em 1910, o Teatro era o centro de toda a actividade cultural, artística e lúdica da sociedade portuguesa e europeia. As artes do palco, do teatro de revista ao grande teatro lírico eram, ainda, a única “indústria do espectáculo” e de diversão “artística ou cultural” verdadeiramente existente (o cinema estava a dar os seus primeiros passos e os concertos de música ou os espectáculos de dança não tinham, ainda, a expressão que irão mais tarde atingir), nelas se reflectindo, directa e indirectamente, a vida social, as tensões e os problemas sociais, a intriga e o combate político e, até, a vida amorosa, mais ou menos clandestina

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A Criança, a República e o Museu do Brinquedo, em Sintra: o folheto elaborado pelo 6ºA

Museu do Brinquedo e a República                                                            

Curiosidades da República, Ana Cristina e Catarina, 6ºB

Centenário da República
 

Curiosidades da República:


            Em 1916 só existiam 3.211 automóveis e camiões, no entanto existiam mas mais de 100 mil carroças, carros de bois, carruagens e diligências.
            Nos Domingos de Verão, as famílias lisboetas saiam da cidade para fazer piqueniques em Sintra, Cacilhas e Almada. Os passeios pela Avenida da Liberdade também eram habituais.
            Almoçar e jantar fora eram um luxo. Além dos restaurantes, era hábito tomar as refeições em hotéis, conhecidos pelo cuidado na cozinha. Os cafés eram preferidos para ceias ligeiras. Em 1908 havia em Lisboa 120 estabelecimentos onde se podia comer, a par de 60 hotéis e pensões. Uma refeição média de três pratos custava cinco ou seis tostões.
             A alimentação era a principal despesa dos portugueses, gastavam 60% do salário em comida, mesmo assim, comia-se mal. Os pobres alimentavam-se à base de pão, hortaliças, legumes, fruta e vinho. Raramente compravam carne ou peixe e eram as mulheres que governavam a casa. Por outro lado, raramente faltava fruta. 
As damas da sociedade portuguesa pediam aos maridos o creme «SIREN», que tirava as manchas da pele. Muitas conseguiam o «Royal Extirpador» (o melhor depilatório e o único reconhecido como decisivo para eliminar pêlos).                                                  
Nesta época ainda não existiam as cirurgias estéticas, eram então usadas «Pílulas Orientais» para desenvolver e endurecer os seios.
Não existiam telefones em todas as habitações, este era um privilégio apenas das casas comerciais, empresas e repartições públicas e nas casas dos aristocratas.
Já nesta época a saúde tinha vários problemas, chamar um médico a casa era um privilégio que só existia nas grandes cidades e para pessoas da classe alta Os médicos de então já usavam o estetoscópio e o medidor de tensão arterial, mas como existiam poucos médicos tinham muitos doentes na sua lista por exemplo no ano de 1908, em Lisboa havia um médico para cada 900 pessoas e no Porto para cada 800 doentes, já se utilizava o medidor de pressão arterial. No final da consulta os doentes mandavam aviar (despachar) a receita na farmácia de confiança mais próxima e ficavam na cama à espera de melhorar ou da morte. Só se internava alguém no hospital em casos extremos de cirurgia.

Trabalho realizado por:
Ana Cristina, nº3, e Catarina Pontes, nº 9
6B
Ano lectivo:2010 e 2011    

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A criança e a República, Maria Pereira e Tayline Assis 6º B

A Criança e a República                                                            

Estórias da História, Rafael e André, 6ºB

De pouco valho agora, agora… Sou apenas um iate real fora de serviço. Longe ficaram os tempos em que D. Manuel II escreveu ao primeiro-ministro:
“Meu caro Teixeira de Sousa, forçado pelas circunstâncias vejo-me obrigado a embarcar no iate real “D. Amélia”. Espero que, convicto dos meus direitos e da minha dedicação, o saberá reconhecer! Viva Portugal! Dê a esta carta a publicidade que puder.
Sempre muito afectuosamente,
Manuel R.”
D. Afonso, tio e herdeiro do Rei, assim que teve a confirmação da proclamação da República e da prisão a que se sujeitaria o sobrinho, saiu comigo da Cidadela de Cascais rumo à Ericeira
  Ficou assim estabelecido um outro destino: Gibraltar. Foi nessas terras que deixei a família real, sã e salva, mas profundamente humilhada.
Parece que, depois de sair de Gibraltar, viveu até ao fim dos seus dias em Inglaterra, enquanto Portugal dava os seus primeiros passos como República. 

Nunca mais o vi…                                                                                     
    André B. & Rafael M.    

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Documentários na Cordoaria Nacional

Os visitantes da exposição Viva a República! 1910-2010, na Cordoaria Nacional, têm a partir desta semana e até ao fim do mês de Novembro a possibilidade de ver no grande ecrã alguns dos documentários que foram produzidos este ano a propósito do Centenário da República.
Esta semana, a programação do auditório da Cordoaria, abrange os documentários que foram produzidos pela Companhia de Ideias para a RTP2, “Nós, Republicanos”, com realização de João Osório, em cinco episódios (Política, Trabalho, Religião, Educação, Saúde).
Estes cinco episódios são exibidos todos os dias, de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 18h00.
Ao fim-de-semana, os visitantes da Cordoaria podem assistir à exibição dos três documentários produzidos a propósito do Centenário da República para o Canal de História: “A República Portuguesa”, “As Republicanas” e “D. Manuel II”, uma produção de Luísa Carvalho e Canal de História, com realização de José Carlos Santos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Colóquio Desigualdades Sociais: os Modelos de Desenvolvimento e as Políticas Públicas em Questão

Informam-se todos os participantes que o segundo dia do Colóquio Desigualdades Sociais (dia 19 de Novembro), terá lugar no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto (Praça Gomes Teixeira), decorrendo o primeiro dia, como previsto, na Biblioteca Municipal de Almeida Garrett.

Data: 18 e 19 de Novembro de 2010
Local: Porto, Biblioteca Municipal Almeida Garrett (dia 18 de Novembro)
Porto, Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto (dia 19 de Novembro)
Organização: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação: José Madureira Pinto


Informações, Programa e Inscrições em: http://coloquio-desigualdades.centenariorepublica.pt/

Exposição Viagens e Missões Científicas nos Trópicos - 1883–2010



Inauguração dia 16 de Novembro às 17:30

Jardim Botânico Tropical
Palácio da Calheta, Belém

Organização do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT)


Todos aqueles que se interessam pelos “tesouros” da Ciência nos Trópicos procuram o património associado ao resultado de viagens e missões científicas, conhecido quando acessível e imaginado quando inacessível. Esta selecção das colecções históricas e científicas à guarda do IICT reflecte não só as agendas científicas marcadas pela Monarquia e pela República para os Trópicos, como ainda a investigação actual, pautada pelo cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) em países da CPLP.

Ao desafio das Comemorações do Centenário da República “100 anos de República, 100 anos de Ciência”, o IICT respondeu com uma Exposição intitulada Viagens e Missões Científicas nos Trópicos - 1883-2010. A Exposição tem lugar no Jardim Botânico Tropical (JBT), palco privilegiado da actividade científica e técnica do IICT junto de diferentes públicos, na zona monumental de Belém.

Estrutura-se em duas linhas discursivas: uma sobre viagens, expedições e missões científicas que tiveram lugar nos séculos XIX e XX e respectivos acervos, memórias e estudos; a outra sobre investigação interdisciplinar sobre desenvolvimento global. Em alguns dos painéis as duas linhas discursivas sobrepõem-se, noutros convivem em «paralelo», reflectindo estratégias e programas científicos que se foram sucedendo.

O visitante é convidado a explorar a diversidade das áreas disciplinares contempladas pelas Missões científicas; conhecer as equipas no terreno e os equipamentos científicos utilizados; os materiais recolhidos e as metodologias aplicadas e, por fim, a divulgação do Saber Tropical produzido.

No núcleo “Rostos da Ciência” apresentam-se retratos de investigadores do IICT. Trata-se de um registo documental do ambiente actual de investigação do Instituto da autoria de Catarina Mateus.



Datas:
Patente ao público de 17 de Novembro de 2010 a 31 de Dezembro de 2011
Horário:
4ª feira a Domingo: 10h00 às 17h00; 3ª feira das 14h00 às 17h00 (horário de Verão até às 18h00). Última entrada 30m antes do encerramento.
Encerrado:
Às 2ª feiras, 3ª feiras até às 14h00, Domingo de Páscoa, 1 de Janeiro, 1 de Maio, 25 de Dezembro
Concepção e Coordenação:
Teresa Pacheco Albino
Consultoria Científica:
Ana Cristina Martins e Cláudia Castelo

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa e do Instituto de Museus e Conservação

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Exposição Teixeira Gomes, os anos passados no Porto


INAUGURAÇÃO
15 de Novembro de 2010, 18h30
Porto, Museu Nacional Soares dos Reis
15 de Novembro de 2010 a Março de 2011

Uma iniciativa do Museu Nacional Soares dos Reis com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Resumo: Por ocasião do primeiro centenário da implantação da República, evocamos Manuel Teixeira Gomes no Museu Nacional de Soares dos Reis.

Nascido em Portimão, fez a sua formação entre Lisboa, Coimbra e Porto, tendo estado aqui, entre 1881 e 1884. Durante esse tempo estabeleceu relações de amizade com vultos que mais tarde se destacaram na arte, na literatura e na política. Alguns deles, como Soares dos Reis ou Marques de Oliveira, estão hoje representados neste Museu.
É evocado o Republicano, o Escritor e o Coleccionador que ofereceu ao Museu o seu Retrato pintado pelo amigo Marques de Oliveira e o da filha do Visconde de Meneses, a quem o ligaram sentimentos cuja memória não quis deixar apagar.

Em 1924 passa de novo na cidade, agora como Presidente da República. A sua visita é pretexto para, na exposição, se evocar a cidade desses novos anos.
Esta exposição que conta com a colaboração do Museu de Portimão, estará aberta até Março do próximo ano e ao longo deste tempo serão editados quatro números mensais do jornal da exposição.

Mais informações em: http://mnsr.imc-ip.pt

Como se vivia? A criança e a República, Bruno Heliodoro

Como se vivia na República                                                            

Conferência Internacional: Arquitectura [in] [out] Política

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
Arquitectura [in] [out] Política

19 a 20 de Novembro de 2010
Lisboa, Aula Magna

Uma iniciativa da Trienal de Lisboa com o apoio da
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação
Cláudia Taborda e José Capela

Mais informações em: 


ARQUITECTURA: política + desejo + forma + poder + escala + inclusão = um mundo solidário, equitativo, inclusivo.
A arquitectura é uma inscrição política: a edificação é dependente da capacidade económica de quem manda construir; as formas veiculam modelos sócio-culturais e formulam desejo; o poder precisa de se fazer representar e reconhecer-se representado.
A acção dos arquitectos é também politicamente determinada e só o poder é capaz de sustentar experiências de grande escala. A integração da arquitectura no âmbito de programas de tendência democrática pode verificar-se em contextos de abundância ou de escassez. A arquitectura é uma operação socializante e consequentemente pode servir para argumentar o ideário democrático: um mundo solidário, inclusivo e equitativo.
A conferência arquitectura [in] ]out[ política surge como uma oportunidade para reflectir e debater sobre a arquitectura como instrumento orientador de processos democráticos e como signo temporal e espacial das suas potencialidades.
Arquitectura e política são per se argumento e processo, amplos e abertos. Esta conferência propõe a discussão destes conceitos de forma transdisciplinar e interdependente, num enquadramento centrado em quatro vectores: política, cidadania, ambiguidade e dispositivo. Através destes será analisada a operatividade das práticas arquitectónicas enquanto manifesto, lugar, factualidade e função.

Programa:

19 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações

10h00 – 13h15 POLITICS
Andrea Cavalletti
Ricardo Carvalho
Markus Miessen
Jeffrey Inaba
14h30 – 19h00 CITIZENSHIP
Reinhold Martin
Jorge M. Jáuregui
Antanas Mockus (to be confirmed)

Intervalo
José António Bandeirinha
Yona Friedman
Joaquim Moreno

20 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações
10h00 – 13h15 AMBIGUITY
Sarah Whiting
Pier Vittorio Aureli
Rem Koolhaas
Jorge Carvalho
14h30 – 19h00 APPARATUS
Monique Eleb
Jonathan Hill
Santiago Cirugeda
Thomas Hirschhorn
Pedro Bandeira

BILHETES À VENDA: Fnac, Worten, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés (Lisboa e Gaia), Lojas Viagens Abreu, Lojas Megarede e em www.ticketline.sapo.pt
(Reservas: 707 234 234).