segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Até 31 de Outubro


Partida: Praça do Município
3 de Outubro > | 11:00

Visita guiada por técnicos da CML, num autocarro da CARRIS, pelos locais emblemáticos da cidade de Lisboa relacionados com a Revolução do 5 de Outubro de 1910 e a Implantação da I República em Portugal.
O percurso tem início nos Paços do Concelho seguindo Terreiro do Paço, Estação do Rossio (Rua 1.º de Dezembro), Praça Marquês de Pombal, Quartel de Campolide (Rua da Artilharia Um), Quartel de Campo de Ourique (Rua da Infantaria 16, 30), Quartel do Corpo de Marinheiros de Alcântara (Rua do Sacramento, a Alcântara) e Cordoaria Nacional (Rua da Junqueira).
O itinerário histórico envolve ainda uma visita às principais exposições do programa oficial do Centenário da República em Lisboa.

Período de funcionamento
1 a 31 de Outubro
terças e quintas-feiras, às 11h e às 15h: escolas do ensino secundário e idosos;
sábados e domingos, às 11h e às 15h: famílias e público geral.
Inscrições abertas a partir do dia 23 de Setembro para a Hemeroteca Municipal de Lisboa – Serviço de Actividades Culturais e Educativas (T: 213 246 290)
Uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa e Carris com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

Exposição A cerâmica portuguesa. Da Monarquia à República 19 de Outubro de 2010 a 13 de Fevereiro de 2011 Lisboa, Museu do Azulejo


Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação Geral:
Maria Antónia Pinto de Matos
Comissário:
João Pedro Monteiro

Resumo: No ano em que se comemora o centenário da Implantação da República em Portugal, a 5 de Outubro de 1910, o Museu Nacional do Azulejo inaugura a exposição temporária “Cerâmica Portuguesa da Monarquia à República”, com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

Esta exposição apresenta 180 peças, de faiança, porcelana e azulejo, produzidas entre a década de 1870 e os anos da 1ª República, permitindo documentar a forma como a produção cerâmica, de autor e industrial, acompanhou a evolução do gosto na transição do século XIX para o século XX e, ao nível iconográfico, a mudança de Regime.

Neste último sentido, constatam-se alterações temáticas na apologia do novo poder e de personalidades emergentes da vida política, mas identificam-se, em simultâneo, permanências de determinados tipos de representação, de carácter historicista e evocativo, integradas numa tentativa de definir em cerâmica um imaginário nacional.

Mais informações em: http://mnazulejo.imc-ip.pt

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A criança e a República



Agora que o Centenário da República já foi devidamente celebrado, vamos avançar com os nossos trabalhos. Este ano vamos escolhemos o tema  "A criança e a  República".
Um dos nosso primeiros passos será a visita ao Museu da Brinquedo em Sintra, onde está patente uma exposição sobre os brinquedos no tempo da Primeira República. Entretanto vamos publicando algumas curiosidades que vamos encontrando na net e na blogosfera.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A comunicação feita pelo Sr. Benjamim dos Santos na UE

F. Benjamim Dos Santos1                                                            
F.benjamim Dos Santos2                                                                   

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

5 Outubro 2010 | Programa Oficial das Comemorações

VIVA A REPÚBLICA!



4 de Outubro na Universidade de Évora, Viva a República!

Viva a República na UE                                                              


Publicamos hoje as fotografias das Comemorações do Centenário da República, na Universidade de Évora. Foi um privilégio ouvir o Sr. Benjamim dos Santos, soube chegar aos mais novos com as suas marcas de vida. Outra lição, de História, foi-nos oferecida pelo Dr. Silvério da Rocha Cunha. A explicação de conceitos como Res Publica, Nação e Democracia, valores queridos aos republicanos, marcaram o final de uma sessão animada pelos sons dos alunos do 5ºE e do 6ºA, que tão bem sabem elevar os nossos espíritos quando cantam, dirigidos pelo professor Rafael Reis.

O Agrupamento Nº 2 de Évora agradece a presença de todos. Viva a República!
 Publicaremos, tão breve quanto possível, os textos redigidos e apresentados pelos nossos convidados.



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O arranque oficial deu-se hoje na Arco da Rua Augusta com o desfraldar da Bandeira Nacional

Centenário da República - 1910.2010 - Os Presidentes de Portugal, em "A Alma e a Gente", um programa de José Hermano Saraiva



Início oficial das Comemorações do Centenário da Implantação da República

Hoje, depois de se içar a bandeira verde-rubra no Arco da Rua Augusta, pelas 17h, começam oficialmente as Comemorações do Centenário da Implantação da República. Pelas 18.30 inaugura-se, no Palácio Nacional da Ajuda, na Galeria D.Luís, uma Exposição "100 Anos de Património", em que se dá um balanço das ideias, práticas, instituições e personalidades que, ao longo de mais de um século, foram dando forma às instituições e às políticas de Património em Portugal. Uma Exposição a visitar, interessante, que não esgotando o tema, dá uma visão global da História deste processo. Um importante contributo do IGESPAR a estas comemorações. em parceria com a Comissão do Centenário, e com o importante apoio da Fundação EDP.
Dr. Elísio Costa Santos Summavielle, Secretário de Estado da Cultura

terça-feira, 28 de setembro de 2010

30 de Setembro, no Palácio Nacional de Mafra

Trailer "República", de Jorge Paixão da Costa, na RTP 1

RTP BLOG: Primeiras Imagens da mini-série: "República" da RTP

Todo o País... Viva a República!

Consulte o programa das festas aqui e aqui.

Centenário da República Portuguesa - INCM




«Em 5 de Outubro de 1910, José Relvas da varanda dos Paços do Concelho, edifício da Câmara Municipal de Lisboa, proclamou a instauração da República Portuguesa.
Em 2010 a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, associa-se às comemorações oficiais, com a emissão de uma moeda comemorativa corrente de 2 Euros cuja face nacional é da autoria de José Cândido. A moeda é disponibilizada com os acabamentos BNC (brilhante não circulada) e proof (prova numismática com limites de emissão 15000 e 10000 exemplares respectivamente.
Ao evocar os acontecimentos que marcaram a nossa História do final do século XIX, início do século XX estamos a relembrar e a honrar a memória dos Homens que se entregaram à causa republicana, aos valores da ética, da igualdade, da liberdade, do patriotismo e da defesa da identidade nacional estamos a contribuir para a promoção de uma reflexão colectiva e para a participação cívica dos cidadãos.
Conhecer a História é a melhor forma de preparar o Futuro.»

http://moedamania.blogspot.com/

E desde o dia 5 de Setembro, com o Diário de Notícias

Comemore os 100 anos da República com a Visão e o Expresso

30 de Setembro
Grátis com a Visão o  jornal " A Capital" de 05 de Outubro de 1910
02 de Outubro
Grátis com o Expresso Poster Presidentes da República

Relógio Longines também celebra a República

«Longines presta tributo ao centenário da República Portuguesa com este modelo criado em exclusivo para Portugal.
São 100 relógios em ouro rosa e 100 em aço e trata-se de um cronógrafo mecânico automático. No verso está gravado o símbolo da República - esfera armilar com escudo de quinas e coroa de louros - e a numeração.
A Longines fez o lançamento no dia 23 de Setembro no Museu da Presidência da República. O evento coincidiu com a inauguração da exposição "O Tempo da República".»
in  "Expresso"

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

RTP - NÓS, REPUBLICANOS - De Segunda a Sexta às 21.00h, na RTP2

RTP - NÓS, REPUBLICANOS - Política

«A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos"
A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos”. Os pontos cardeais do primeiro episódio são: a Constituição, os processos eleitorais, os direitos das mulheres e os símbolos nacionais. Muito poucos de nós terão lido a actual Constituição Portuguesa, mas todos conhecem, de modo quase instintivo, dezenas de direitos e deveres fundamentais assegurados dentro das fronteiras nacionais. Saberão os portugueses que uma parte significativa da Lei Fundamental que regula o funcionamento dia´rio do País nasceu na Constituição de 1911? Descubramo-lo. Migremos no tempo e vejamos como nasceu e foi promulgada a 21 de Agosto de 1911 a primeira Constituição da República Portuguesa, identifiquemos os seus pontos de contacto com a actual e os prenúncios de muitos outros só mais tarde plenamente consumados. Quando votamos hoje em dia – ainda em 2009 pudemos escolher os deputados que nos representam na Europa, o Governo de Portugal e as equipas que lideram cada câmara municipal do Pai´s – ou mesmo quando nos decidimos abster, ou votar nulo, optar voluntariamente por não ter voz em matérias tão importantes, sabemos que esse direito de escolha nos é entregue, gratuita e naturalmente, pelo simples facto de, algures, termos completado 18 anos de vida. Foi sempre assim? Não. Desde quando é que não é assim? Desde a I República. Aterremos suavemente nos primeiros meses de fulgor revolucionário: a 20 de Maio de 1911, é eleita a Assembleia Nacional Constituinte por sufrágio directo e universal. O processo conhecerá avanços e recuos, chegando a ser vedado, por exemplo, aos analfabetos, mas será, inegavelmente, uma conquista da I República. Seria legítimo dizer, hoje, a uma mulher que não poderia votar? Evidentemente que não. Mas esta hipótese tinha cabimento tranquilo no senso comum de há 100 anos. Contemos aos homens e mulheres de hoje a história de Carolina Ângelo, em 1912. A primeira mulher a votar serviu-se de uma ambiguidade legal mais tarde corrigida, mas desencadeou um movimento desafiador que atravessaria o século, até atingir a sua plena consumação na Democracia. Por fim, vejamos hoje as bandeiras nacionais nas janelas de todo o País. Os mastros diante dos edifícios oficiais, os pavilhões dos navios, as cores nacionais em material turístico, a Selecção Nacional de futebol, vestida de vermelho e verde, cantando o hino no início de um jogo e celebrando, no final, a vitória, num estádio que transborda de tons e gritos que traduzem, talvez melhor que qualquer outra coisa, o que quer que seja o espírito nacional. E embarquemos, depois, na viagem final do primeiro episódio: onde, quando, como, por quem e por que nasceram o Hino Nacional e a Bandeira. A batalha que dividiu e uniu Portugal até encontrar os seus símbolos matriciais, até à sua oficialização a 8 de Julho de 1911.»
in RTP2

Convite: Desfraldar da Bandeira Nacional em Lisboa, no Arco da Rua Augusta

Ilustração e Friso do livro A Primeira República pelo actual 6ºD, trabalho realizado no ano lectivo 2009/10

Friso REP. Em Doc.                                                            

domingo, 26 de setembro de 2010

Na Ericeira, no dia 5 de Outubro, no lugar de onde a família real partiu


PROGRAMA
14:15h - Reconstituição histórica pelo grupo Sal em Cena - chegada
da família real ao largo da Igreja Matriz de S. Pedro da Ericeira num
automóvel da época (Ford T, de 1910).
14:30h - Início do percurso a pé da comitiva real do largo da Igreja até
à praia dos Pescadores.
15:00h - Apresentação pelo ICEA, do livro Onde a monarquia acaba
e a república começa, Ericeira, 5 de Outubro de 1910, actas do XII
curso de Verão da Ericeira, Mar de Letras Editora.
APOIOS:
Instituto de Cultura Europeia e Atlântica - Grupo de Teatro Sal em cena
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República - Protecção Civil de Mafra
Mar de Letras Editora - Teatro Municipal de Almada - Helena Mosca - GRD Os Unidos de Santo Isidoro
Decorútil - Loja da Amélia - Tabacaria OVNI - Pastelaria Veneza - Mini mercado Arvoredo
COLABORAÇÃO:
Câmara Municipal de Mafra - Junta de Freguesia da Ericeira - Delegação Marítima da Ericeira - GNR Ericeira
Bombeiros Voluntários da Ericeira - Pescadores da Ericeira - Jornal O Ericeira

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mistério na Primeira República, um livro de Patrícia Reis

Mistério na Primeira República é o título do livro, inserido no Plano Nacional de Leitura e com o patrocínio da Comissão para as Comemorações do Centenário da República. Como o título indica, a história, centrada no Ribatejo, recupera um dos períodos mais conturbados da vida política nacional: os anos da Primeira República Portuguesa.

Nas livrarias a 24 de Setembro

Por ocasião da comemoração do Centenário da República, a Bertrand Editora lança o livro República das Mulheres de Maria João Seixas. Uma compilação de entrevistas a 14 figuras cimeiras da cultura portuguesa como Ana Hatherly, Inês Pedrosa, Lídia Jorge ou Patrícia Reis.
Nas livrarias a 24 de Setembro.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A República está mesmo em todo o lado!

Cocktail de Inauguração de a Tasca República, 
na Rua de São Bento
Chegámos à Rua de São Bento e declarámos a implantação da nova República…a dos Petiscos!

Está convocado para partilhar connosco este desígnio, e juntar-se a nós no cocktail de inauguração esta Quinta- -feira 23 de Setembro partir das 19h00…uma festa que se prolonga pelo fim-de-semana em comunhão com as Noites de São Bento.

Tasca República, 
Rua de São Bento, 312 Lisboa

A Vista Alegre também comemora o Centenário da República



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Na Fundação Mário Soares

ESPECTÁCULO DE APRESENTAÇÃO
Fundação Mário Soares
Rua São Bento 160
Integrado na Inauguração da Exposição "Enfim, a República!"
29 Setembro | 18h30

No âmbito da inauguração da exposição "Enfim, a República!" realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.


«No âmbito da inauguração da exposição "Enfim, a República!" realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.



O Fado é a canção de um povo, de uma alma, de uma história... Ao longo de todas as tristezas e alegrias de um país, de uma vida, o Fado cantou saudades, evocou desejos, criticou pensamentos e embelezou Portugal com uma cultura única.
Este espectáculo procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia fazendo um enquadramento histórico e cultural. Traz-se assim aos nossos dias a voz dos poetas que marcaram uma época acompanhados com uma linguagem musical portuguesa, orgânica, mas moderna mostrando assim os caminhos que a República abriu quer a nível de mentalidades, de vivências e de paixões. »

O Fado é a canção de um povo, de uma alma, de uma história... Ao longo de todas as tristezas e alegrias de um país, de uma vida, o Fado cantou saudades, evocou desejos, criticou pensamentos e embelezou Portugal com uma cultura única.
Este espectáculo procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia fazendo um enquadramento histórico e cultural. Traz-se assim aos nossos dias a voz dos poetas que marcaram uma época acompanhados com uma linguagem musical portuguesa, orgânica, mas moderna mostrando assim os caminhos que a República abriu quer a nível de mentalidades, de vivências e de paixões. »

No âmbito da inauguração da exposição "Enfim, a República!" realizar-se-á um espectáculo intitulado Fados da República, que procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural e mostrando os caminhos que a República abriu ao nível das mentalidades, das vivências e das paixões.

in  www.fmsoares.pt


5 Outubro 2010 | Programa Oficial das Comemorações

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Inauguração da Exposição LETRAS E CORES, IDEIAS E AUTORES DA REPÚBLICA, na BPE

Comemoração do Centenário da República em Arcos de Valdevez , 4 e 5 de Outubro


No Centro Republicano Arcoense, com o patrocínio da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, a Dra. Isabel Cluny fará uma pequena alocução sobre a república no Norte e os republicanos de Arcos de Valdevez.
Republicanosl Em a.v. - I Cluny                                                                   

Colóquio Internacional Da virtude e fortuna da República ao republicanismo pós nacional

Organização
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Ius Gentium Conimbrigae (FD-UC)

Coordenação
Professor Doutor Gomes Canotilho e Professor Doutor Vital Moreira

30 de Setembro de 2010
Coimbra, Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra

Resumo: A Comemoração do Centenário da Implantação da República em Portugal não poderia passar sem uma suspensão reflexiva em torno do tema da “renovação republicana”. Entendem os organizadores que a República é passado e futuro. Também o presente convoca desesperadamente o republicanismo crítico como modo de reintroduzir no discurso político os velhos temas da “virtude cívica”, da “dedicação à causa pública” e da participação política activa como forma de defesa dos próprios direitos fundamentais.

O aprofundamento da aludida revivificação republicana justifica o convite a dois dos maiores cultores mundiais da problemática histórica, sociológica, política, jurídica e económica dos ideais republicanos. Impunha-se assim a presença de J.G.A. Pocock, o autor de trabalhos imprescindíveis sobre a história da tradição republicana atlântica, e de J. Habermas que, em vários livros, desenvolve uma poderosa reflexão crítico-filosófica sobre a teoria política do republicanismo.

O sopro cosmopolita republicano que estes dois autores republicanos transportam para o nosso país carecia de parceiros de diálogo portugueses com sabedoria para a contextualização discursiva das comunicações a cargo dos mestres pensadores J. Pocock e J. Habermas. Estamos a referir-nos a Fernando Catroga, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Aroso Linhares, da Faculdade de Direito desta mesma Universidade e a Ricardo Leite Pinto, da Universidade Lusíada de Lisboa. A apresentação pessoal de J. Pocock ficará a cargo do professor espanhol da Universidade de Vigo, Eloy Garcia, responsável pela tradução para castelhano da obra maior daquele autor, The Machiavellian Moment: Florentine Political Thought and the Atlantic Republican Tradition, 1975. Um dos coordenadores do Colóquio, J.J. Gomes Canotilho, encarregar-se-á da apresentação do Professor Jürgen Habermas.

Inscrições e Informações:
Ius Gentium ConimbrigaeCentro de Direitos Humanos/Human Rights Centre
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
Pátio da Universidade
3004 - 545 COIMBRA
T: (+351) 239 824478
F: (+351) 239 823353

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Espectáculo RES PUBLICA - 5 de Outubro - Praça do Município, Lisboa

Uma criação do TEATRO O BANDO
Integrada no Programa Oficial das Comemorações do Centenário da República

O Teatro Bando foi desafiado pela Comissão Nacional para as Comemorações do centenário da República a conceber e dirigir um evento a ter lugar no próximo dia 5 de Outubro, na Praça do Município em Lisboa, no âmbito das Cerimónias Oficiais Comemorativas do Centenário da República, que serão presididas por Sua Excelência o Presidente da República.

Nesse sentido, a companhia está a criar um evento civil de características populares denominado os bigodes na RES PUBLICA, que irá reunir um conjunto alargado de profissionais e não profissionais provenientes das mais diversas áreas artísticas e associativas, sob a direcção de João Brites.

Seremos centenas de republicanos a passear na Praça do Município. Grupos de pessoas criando imagens de acções metafóricas e simbólicas, que falem por si e que recordem que – tal como em 1910 – ainda faz sentido lutar pela liberdade, pela igualdade, pela solidariedade e pelo optimismo regenerador e progressista, criando uma memória colectiva que fortaleça a identidade nacional.

Pretendemos contar com a participação de todos os cidadãos.
Seja voluntário individualmente, em família ou em grupo.

A ficha de inscrição pode ser descarregada através da seguinte hiperligação: http://www.obando.pt/ficha_de_identificacao_voluntarios.doc
Para inscrições/informações contacte-nos através do e-mail divulgacao@obando.pt ou do telefone 961 387 591.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Rota do Centenário da República, no Museu do Brinquedo em Sintra


De 15 de Setembro a 31 de Dezembro de 2010
no âmbito das Comemorações do Centenário da República Portuguesa,
o Museu do Brinquedo terá disponível ao público uma actividade intitulada
«Rota do Centenário da República»

Espera-se com esta actividade privilegiar a atenção dos brinquedos do período de 1890-1920,
na data da Comemoração da Implantação da República e contribuir para a divulgação
e aprendizagem de factos, relativos ao mesmo acontecimento.

Saiba Mais em:

terça-feira, 7 de setembro de 2010

COLÓQUIO - A I REPÚBLICA E A POLÍTICA EXTERNA, 9 a 10 de Setembro de 2010, em Lisboa no Museu do Oriente


Mais informações em:
Instituto Português de Relações Internacionais
da Universidade de Lisboa
Rua D. Estefânia, 195, 5.º D
100-155 Lisboa
Tel: 21 314 11 76
Fax: 21 314 12 28
Email: ipri@ipri.pt

http://www.ipri.pt


ENTRADA LIVRE

Agora em Évora, na BPE, EXPOSIÇÃO LETRAS E CORES, IDEIAS E AUTORES DA REPÚBLICA

16 Setembro (quinta-feira), às 18h30

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
LETRAS E CORES, IDEIAS E AUTORES DA REPÚBLICA

No ano em que se comemoram cem anos sobre a implantação da República, a DGLB concebeu uma exposição a partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, convidando dez ilustradores a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época.
O resultado mostra de que forma literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.
A exposição, patente até dia 12 de Novembro, completa-se com a mostra de periódicos da época provenientes do espólio da BPE, reveladores dos acontecimentos mais marcantes no processo de transição do regime monárquico para a República.

CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Orador Alfredo Caldeira
Público Geral
Administrador do Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares, a sua intervenção tem-se desenvolvido, essencialmente,
no âmbito da utilização de sistemas informáticos em arquivos e bibliotecas, na organização de exposições
e colóquios de natureza cultural e no desenvolvimento de relações de cooperação com os países de língua oficial
portuguesa. Autor de diversas publicações de cariz histórico, jurídico e político, participa frequentemente em iniciativas
culturais e de divulgação.

Organização: Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas | Biblioteca Pública de Évora
ENTRADA LIVRE mediante inscrição prévia

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Em Oeiras, exposição “Letras e Cores, Ideias e Autores da República”

A partir de hoje, dia 6 de Setembro, inaugura nas 3 Bibliotecas Municipais de Oeiras a exposição “Letras e Cores, Ideias e Autores da República”, para o público em geral. 
Organização da DGLB, a partir do convite a dez ilustradores para trabalhar dez temas/ideias da República, a partir de textos de alguns autores contemporâneos da... República, resultou esta exposição de 10 cartazes!