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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Sessão sobre Humberto Delgado "O General sem Medo" - Aula de História Contemporânea ao vivo

No dia 5 de Maio os alunos do 9º ano tiveram a oportunidade de participar, no auditório da DRE Alentejo, numa aula de História em que a “ professora” foi a Drª Iva Delgado, filha do “ General Sem Medo”. A nossa convidada é Licenciada em Filosofia e investigadora de História Contemporânea, sendo Presidente da Fundação Humberto Delgado, criada em 1998, com o objectivo principal de “perpetuar a memória e manter vivo o exemplo de coragem do general sem medo, símbolo da luta pela liberdade”. Das suas obras como autora e co-autora destacamos: “Portugal e a Guerra Civil de Espanha” (1980); “O General” (1985), “Humberto Delgado as eleições de 58”(1998) e “Memórias de Humberto Delgado” (2009).
A aula decorreu à volta de muitas histórias da vida da protagonista, numa conversa fluída e cativante, com as emoções à flor da pele, tornando-se a frase proferida em Chaves por Humberto Delgado, no dia 22 de Maio de 1958, uma das ideias mais marcantes da sessão “Eu estou pronto a morrer pela liberdade”. A alegria, o entusiasmo, a tristeza e a dor desencadeadas durante o processo de conquista da liberdade contextualizaram a emergência da Revolução dos Cravos.


 
Sobre esta experiência, deixamos alguns testemunhos:
"A  Drª Iva Delgado reforçou  a ideia de liberdade e honrou a alma de seu pai, (…) referindo que o seu principal feito foi a alteração das mentalidades , conduzindo o país à Revolução dos Cravos ". Rodrigo Nogueiro , 8ºC;
“ Eu considero que foi uma tarde muito bem passada, na presença de uma senhora que viveu em primeiro plano o começo do longo caminho para a liberdade". João Sabarigo, nº. 15, 9º. A;
 “ Eu acho que foi muito bom termos ido à palestra, pois tivemos a oportunidade de ouvir as vivências de uma pessoa, cujo pai lutou tanto para ver Portugal sem ditadura. Foi muito importante para nós, pois assim pudemos ver e compreender que não foi fácil sermos um país livre e que também não foi nada fácil para a família de Humberto Delgado que sofreu uma grande perda.” Marta Dias, nº 20, 9º C;
“Esta sessão deu-me, acima de tudo, uma perspectiva completamente diferente da ditadura salazarista, por causa da forte carga emocional que a Drª Iva Delgado demonstrou e nos transmitiu. Foi realmente interessante para mim ir para outro nível da luta pela liberdade, um nível pessoal, um nível que não se encontra nos manuais escolares.”  Inês Saiote, nº17, 9ºD;
“ A Drª Iva Delgado é uma senhora que vale a pena conhecer, pois consegue falar com emoção e realmente tocar-nos de tal forma que há coisas que jamais esqueceremos”. Maria Lucas, nº. 21,9º. E  



À Drª Iva Delgado expressamos o nosso agradecimento profundo pelo carinho, pela simpatia e por ter conseguido proporcionar momentos únicos e inesquecíveis a todos os participantes.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Como se vivia? A criança e a República, Bruno Heliodoro

Como se vivia na República                                                            

Conferência Internacional: Arquitectura [in] [out] Política

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL
Arquitectura [in] [out] Política

19 a 20 de Novembro de 2010
Lisboa, Aula Magna

Uma iniciativa da Trienal de Lisboa com o apoio da
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação
Cláudia Taborda e José Capela

Mais informações em: 


ARQUITECTURA: política + desejo + forma + poder + escala + inclusão = um mundo solidário, equitativo, inclusivo.
A arquitectura é uma inscrição política: a edificação é dependente da capacidade económica de quem manda construir; as formas veiculam modelos sócio-culturais e formulam desejo; o poder precisa de se fazer representar e reconhecer-se representado.
A acção dos arquitectos é também politicamente determinada e só o poder é capaz de sustentar experiências de grande escala. A integração da arquitectura no âmbito de programas de tendência democrática pode verificar-se em contextos de abundância ou de escassez. A arquitectura é uma operação socializante e consequentemente pode servir para argumentar o ideário democrático: um mundo solidário, inclusivo e equitativo.
A conferência arquitectura [in] ]out[ política surge como uma oportunidade para reflectir e debater sobre a arquitectura como instrumento orientador de processos democráticos e como signo temporal e espacial das suas potencialidades.
Arquitectura e política são per se argumento e processo, amplos e abertos. Esta conferência propõe a discussão destes conceitos de forma transdisciplinar e interdependente, num enquadramento centrado em quatro vectores: política, cidadania, ambiguidade e dispositivo. Através destes será analisada a operatividade das práticas arquitectónicas enquanto manifesto, lugar, factualidade e função.

Programa:

19 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações

10h00 – 13h15 POLITICS
Andrea Cavalletti
Ricardo Carvalho
Markus Miessen
Jeffrey Inaba
14h30 – 19h00 CITIZENSHIP
Reinhold Martin
Jorge M. Jáuregui
Antanas Mockus (to be confirmed)

Intervalo
José António Bandeirinha
Yona Friedman
Joaquim Moreno

20 de Novembro de 2010

9h00 – 10h00
Acreditações
10h00 – 13h15 AMBIGUITY
Sarah Whiting
Pier Vittorio Aureli
Rem Koolhaas
Jorge Carvalho
14h30 – 19h00 APPARATUS
Monique Eleb
Jonathan Hill
Santiago Cirugeda
Thomas Hirschhorn
Pedro Bandeira

BILHETES À VENDA: Fnac, Worten, C.C. Dolce Vita, El Corte Inglés (Lisboa e Gaia), Lojas Viagens Abreu, Lojas Megarede e em www.ticketline.sapo.pt
(Reservas: 707 234 234).

A criança e a República, Carolina Ramalho e Marta Correia

A CRIANÇA E A REPUBLICA                                                            

A República e o desporto, Miguel Vidigal e Ana I. Pires

A República e o desporto                                                            

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Ser do reviralho!

Ciclo de conferências
Luta armada e Resistência Republicana – O Reviralho (1926-1940)

Datas: 28 de Outubro a 25 de Novembro de 2010
Local: Lisboa, Livraria Ler Devagar (Lisboa)
Organização: Instituto de História Contemporânea e Movimento Cívico Não Apaguem a Memória.
Coordenação Científica: Luís Farinha

Uma iniciativa da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

28 de Outubro de 2010, 21h30
A Queda da República e a instauração da Ditadura Militar
Fernando Rosas

4 de Novembro de 2010, 21h30
Revoltas Republicanas contra a Ditadura Militar e o Estado Novo (1926-1940)
Luís Farinha

11 de Novembro de 2010, 21h30
A Ditadura Militar – a tomada do poder e os instrumentos de repressão
Irene Pimentel

18 de Novembro de 2010, 21h30
Exílio e deportação (1926-1940)
Susana Martins

25 de Novembro de 2010, 21h30
Sindicalismo livre e movimentos sociais na crise do Estado liberal
João Madeira

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A criança e a República



Agora que o Centenário da República já foi devidamente celebrado, vamos avançar com os nossos trabalhos. Este ano vamos escolhemos o tema  "A criança e a  República".
Um dos nosso primeiros passos será a visita ao Museu da Brinquedo em Sintra, onde está patente uma exposição sobre os brinquedos no tempo da Primeira República. Entretanto vamos publicando algumas curiosidades que vamos encontrando na net e na blogosfera.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A comunicação feita pelo Sr. Benjamim dos Santos na UE

F. Benjamim Dos Santos1                                                            
F.benjamim Dos Santos2                                                                   

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

VIVA A REPÚBLICA!



4 de Outubro na Universidade de Évora, Viva a República!

Viva a República na UE                                                              


Publicamos hoje as fotografias das Comemorações do Centenário da República, na Universidade de Évora. Foi um privilégio ouvir o Sr. Benjamim dos Santos, soube chegar aos mais novos com as suas marcas de vida. Outra lição, de História, foi-nos oferecida pelo Dr. Silvério da Rocha Cunha. A explicação de conceitos como Res Publica, Nação e Democracia, valores queridos aos republicanos, marcaram o final de uma sessão animada pelos sons dos alunos do 5ºE e do 6ºA, que tão bem sabem elevar os nossos espíritos quando cantam, dirigidos pelo professor Rafael Reis.

O Agrupamento Nº 2 de Évora agradece a presença de todos. Viva a República!
 Publicaremos, tão breve quanto possível, os textos redigidos e apresentados pelos nossos convidados.



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Centenário da República - 1910.2010 - Os Presidentes de Portugal, em "A Alma e a Gente", um programa de José Hermano Saraiva



Início oficial das Comemorações do Centenário da Implantação da República

Hoje, depois de se içar a bandeira verde-rubra no Arco da Rua Augusta, pelas 17h, começam oficialmente as Comemorações do Centenário da Implantação da República. Pelas 18.30 inaugura-se, no Palácio Nacional da Ajuda, na Galeria D.Luís, uma Exposição "100 Anos de Património", em que se dá um balanço das ideias, práticas, instituições e personalidades que, ao longo de mais de um século, foram dando forma às instituições e às políticas de Património em Portugal. Uma Exposição a visitar, interessante, que não esgotando o tema, dá uma visão global da História deste processo. Um importante contributo do IGESPAR a estas comemorações. em parceria com a Comissão do Centenário, e com o importante apoio da Fundação EDP.
Dr. Elísio Costa Santos Summavielle, Secretário de Estado da Cultura

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

RTP - NÓS, REPUBLICANOS - De Segunda a Sexta às 21.00h, na RTP2

RTP - NÓS, REPUBLICANOS - Política

«A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos"
A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos”. Os pontos cardeais do primeiro episódio são: a Constituição, os processos eleitorais, os direitos das mulheres e os símbolos nacionais. Muito poucos de nós terão lido a actual Constituição Portuguesa, mas todos conhecem, de modo quase instintivo, dezenas de direitos e deveres fundamentais assegurados dentro das fronteiras nacionais. Saberão os portugueses que uma parte significativa da Lei Fundamental que regula o funcionamento dia´rio do País nasceu na Constituição de 1911? Descubramo-lo. Migremos no tempo e vejamos como nasceu e foi promulgada a 21 de Agosto de 1911 a primeira Constituição da República Portuguesa, identifiquemos os seus pontos de contacto com a actual e os prenúncios de muitos outros só mais tarde plenamente consumados. Quando votamos hoje em dia – ainda em 2009 pudemos escolher os deputados que nos representam na Europa, o Governo de Portugal e as equipas que lideram cada câmara municipal do Pai´s – ou mesmo quando nos decidimos abster, ou votar nulo, optar voluntariamente por não ter voz em matérias tão importantes, sabemos que esse direito de escolha nos é entregue, gratuita e naturalmente, pelo simples facto de, algures, termos completado 18 anos de vida. Foi sempre assim? Não. Desde quando é que não é assim? Desde a I República. Aterremos suavemente nos primeiros meses de fulgor revolucionário: a 20 de Maio de 1911, é eleita a Assembleia Nacional Constituinte por sufrágio directo e universal. O processo conhecerá avanços e recuos, chegando a ser vedado, por exemplo, aos analfabetos, mas será, inegavelmente, uma conquista da I República. Seria legítimo dizer, hoje, a uma mulher que não poderia votar? Evidentemente que não. Mas esta hipótese tinha cabimento tranquilo no senso comum de há 100 anos. Contemos aos homens e mulheres de hoje a história de Carolina Ângelo, em 1912. A primeira mulher a votar serviu-se de uma ambiguidade legal mais tarde corrigida, mas desencadeou um movimento desafiador que atravessaria o século, até atingir a sua plena consumação na Democracia. Por fim, vejamos hoje as bandeiras nacionais nas janelas de todo o País. Os mastros diante dos edifícios oficiais, os pavilhões dos navios, as cores nacionais em material turístico, a Selecção Nacional de futebol, vestida de vermelho e verde, cantando o hino no início de um jogo e celebrando, no final, a vitória, num estádio que transborda de tons e gritos que traduzem, talvez melhor que qualquer outra coisa, o que quer que seja o espírito nacional. E embarquemos, depois, na viagem final do primeiro episódio: onde, quando, como, por quem e por que nasceram o Hino Nacional e a Bandeira. A batalha que dividiu e uniu Portugal até encontrar os seus símbolos matriciais, até à sua oficialização a 8 de Julho de 1911.»
in RTP2