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Prazos e condições de submissão de propostas
A 27 de Outubro de 1871 entrou como aspirante na Armada Portuguesa, chegando a capitão-de-mar-e-guerra.
Foi professor na escola prática de Artilharia naval. Em 1884 iniciou a sua carreira de escritor e dramaturgo ao escrever a sua primeira peça intitulada “A Noiva”.
A sua segunda obra, “A Morta”, ganhou o prémio D. Luís I da Academia de Ciências de Lisboa. Por ocasião do Ultimato Inglês de 1890 escreveu para a música de Alfredo Keil a marcha “A Portuguesa “ que, em 1910, o Governo da República adoptou como Hino Nacional, trocando a palavra bretões por canhões.
Foi bibliotecário da Escola Naval e professor da cadeira de História na Escola de Belas-Artes de Lisboa. Em 1900 foi eleito membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e veio a ser Presidente desta Instituição em 1915.
Fez parte da Comissão que foi nomeada pelo governo para, em 1916, propor as versões definitivas e oficiais para piano, canto, orquestra e banda do Hino Nacional. Em 1925 Integrou o grupo de fundadores da “Sociedade Portuguesa de Autores”.
Joaquim Teófilo Fernandes Braga
Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue
Joaquim Teófilo Fernandes Braga
Bernardino Luís Machado Guimarães
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais
João do Canto e Castro Silva Antunes Júnior
António José de Almeida
Manuel Teixeira Gomes
Bernardino Luís Machado Guimarães
José Mendes Cabeçadas Júnior
Manuel de Oliveira Gomes da Costa
António Óscar de Fragoso Carmona
Francisco Higino Craveiro Lopes
Américo de Deus Rodrigues Tomás
António Sebastião Ribeiro de Spínola
Francisco da Costa Gomes
António dos Santos Ramalho Eanes
Mário Alberto Nobre Lopes Soares
Jorge Fernando Branco de Sampaio