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sexta-feira, 18 de março de 2011

AS MULHERES E A POLÍTICA NA I REPÚBLICA , através do Almanaque Republicano e Pátio das Letras

"as mulheres tentavam libertar-se da repressäo da ordem normativa vigente e acreditavam que a mudanca de paradigma do sistema político, que entäo prometia apoiá-las, iria dar-lhes essa oportunidade. Uma coroa caída - igualdade republicana mas continuaram aprisionadas...."
in http://arepublicano.blogspot.com/2011/03/as-mulheres-e-politica-na-i-republica.html

domingo, 6 de março de 2011

AS MULHERES E A I REPÚBLICA


Ciclo de Conferências  AS MULHERES E A I REPÚBLICA  Entrada livre  Vila Nova de Famalicão, 11 de Março de 2011 às 18H30  

COMISSÃO NACIONAL
PARA AS COMEMORAÇÕES
DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

Palácio Foz
Praça dos Restauradores
1250-187 Lisboa
T. 213 405 500
F. 213 405 519

terça-feira, 1 de março de 2011

A República das Mulheres I | Biblioteca-Museu República e Resistência – Espaço Grandella | Exposição de pintura, texto, escultura e fotografia

Esta exposição é inaugurada hoje pelas 19 horas, com uma conferência subordinada ao tema “Perfis de Mulheres”, com Isabel Lousada, Lídia Jorge, Alice Samara, Maria Antónia Palla e Cândida Proença.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tertúlias em cafés: As Mulheres e a República, no Museu da Guarda

No âmbito do programa República das Letras, realiza-se a tertúlia

As mulheres e a República
3 de Dezembro, 21h00
Museu da Guarda

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Nas livrarias a 24 de Setembro

Por ocasião da comemoração do Centenário da República, a Bertrand Editora lança o livro República das Mulheres de Maria João Seixas. Uma compilação de entrevistas a 14 figuras cimeiras da cultura portuguesa como Ana Hatherly, Inês Pedrosa, Lídia Jorge ou Patrícia Reis.
Nas livrarias a 24 de Setembro.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Uma homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, criadora de Vanina

Sophia, a mulher, a poeta (como pretendia que se dissesse), nasceu poucos anos após a Implantação da República, em 1919.
Era uma Mulher, uma mulher de causas. Foi dirigente de movimentos universitários católicos e denunciou as injustiças do regime salazarista e dos seus seguidores mais radicais, tendo uma actuação cívica relevante na defesa das liberdades. Foi co-fundadora da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos e presidente da Assembleia-geral da Associação Portuguesa de Escritores.
Ao Dia da Liberdade chamou-lhe “ o dia inicial inteiro e limpo” e alguns dias depois, no 1º de Maio, milhares de homens e mulheres gritavam uma palavra de ordem lançada por Sophia: “A Poesia está na rua”.

« Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.

Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.

Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.»


Sophia de Mello Breyner Andresen





Sophia é autora de uma vastíssima obra, dela queremos salientar O Cavaleiro da Dinamarca, um texto que inclui diferentes histórias encadeadas. Numa dessas histórias conhecemos Vanina, «uma bela jovem que ousou lutar pela sua liberdade e trocar as voltas ao destino», "Vanina Vanini - Uma história de amor possível" é uma adaptação do texto de Sophia criada nas aulas de Escrita Criativa.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

As mulheres, os jornais e a 1ª República


Os alunos da turma do 7ºA, aquando da visita à Exposição sobre o Centenário da República, na Biblioteca de Évora, tomaram contacto com alguns dos periódicos da época que os motivaram a ler as notícias de tempos tão recuados.
Uma das notícias, cujas páginas se reproduzem, chamou-lhes particularmente a atenção por se tratar de um protesto de mulheres, mais propriamente das criadas de hotel. Esta notícia foi objecto de leitura na sala de aula seguida de um pequeno debate sobre as condições sociais da mulher no início do século XX.
Passaram 100 anos! Os jovens alunos puderam tomar consciência da diferença colossal entre a situação actual da mulher em relação à de outrora. Quanta Luta!


sexta-feira, 12 de março de 2010

A Moda durante a 1ª República, pelo 5ºB

A turma do 5º B está a realizar um projecto denominado:”A moda durante a 1ª República”, em Área de Projecto, cujo produto final será a confeccção de algumas peças de vestuário.Consultámos um catálogo dos Armazéns do Chiado, com imagens desta época histórica.
Retirámos gravuras com vestuário e acessórios. As senhoras usavam longos vestidos adornados com estolas de pele, rendas, bordados e laços. Como acessórios colocavam na cabeça enormes chapéus com penas, flores, fitas colares, pregadores e jóias de ouro e diamantes.
Os cavaleiros usavam fatos escuros, gravatas, papillons, chapéus de coco, cartolas e bengalas.
As senhoras do povo vestiam-se com longas saias compridas terminando com folhos, blusas de mangas largas, aventais bordados e lenços na cabeça.
O nosso trabalho tem uma particularidade muito interessante, pois para confeccionarmos os fatos e acessórios estamos a utilizar materiais reciclados.
Vão ficar um espanto.

segunda-feira, 8 de março de 2010

O Dia Internacional da Mulher na Biblioteca com o 5ºA








A Biblioteca, associando-se às comemorações do Centenário da República, ofereceu a todas as mulheres do nosso Agrupamento um bloco para assinalar o centenário do Dia Internacional da Mulher, homenageando assim as mulheres da República.
Porque é fundamental comemorar esta data, o 5ºA presenteou um público atento com um programa musical de qualidade, sob a orientação do professor Rafael Reis.
Às mães que assistiram ao espectáculo também foi oferecido um bloco.


quinta-feira, 4 de março de 2010

Ana de Castro Osório e Laura Summavielle, duas republicanas, duas mulheres do Norte



A par da sua actividade como escritora, Ana de Castro Osório dirigiu um jornal: A Semeadora. Este era um jornal propriedade da Empresa de Propaganda Feminista e de Defesa dos Direitos da Mulher.
Nessa publicação referia-se a Cruzada das Mulheres Portuguesas, a Cruzada era uma associação de "cariz patriótico" que pretendia evitar as perturbações sociais que a participação de Portugal na I Guerra Mundial iria trazer para a vida das famílias portuguesas, dando assistência local a crianças e mulheres a fim de contribuir para o bem-estar "dos filhos da terra".
Tal como Ana de Castro Osório e tantas outras mulheres que vamos apresentar neste blogue, hoje falamos também de Laura Soares de Oliveira Summavielle, nascida em 1879, em Fafe, um membro activo da Cruzada, dirigente da Subcomissão de Fafe.
Casou com José Summavielle Soares, que proclamou, nas varandas do Paços do Concelho, a implantação da República nessa cidade do Norte.
Nos anos que se seguiram à implantação da República, sempre que se assinalava o 5 de Outubro, Laura Summavielle hasteava as bandeiras verdes e rubras na sacada de sua casa.
Foi uma das muitas mulheres que nunca deixou de exigir o seu direito de voto nas eleições presidenciais.
Laura Summavielle morreu em 1971, com 92 anos.

Ana de Castro Osório, a visão do 9º E, CEF de Jardinagem

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O próximo Pare, Escute e Leia, dia 8 de Março, uma homenagem às Mulheres!

Carolina Beatriz Ângelo, médica, foi a primeira mulher a votar em Portugal. Votou pela primeira vez para a Assembleia Constituinte, em 1911.
Lutou exemplarmente pela emancipação da Mulher em Portugal.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esta é a primeira de uma série de "primeiras" Mulheres que tiveram papéis de destaque no período da Primeira República.