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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Exposição EDUCAR. EDUCAÇÃO PARA TODOS. ENSINO NA I REPÚBLICA

ENTRADA LIVRE
Inauguração: 16 de Fevereiro às 17h00
Local: Palácio Valadares, Lisboa (Largo do Carmo)
Horário: todos os dias das 10h00 às 18h00, até 30 de Junho de 2011

Exposição organizada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República com o apoio da Parque Escolar.

Com esta exposição pretende dar-se a conhecer, a um público vasto, a importância da obra republicana no ensino, realçando o alcance e as características das inovações introduzidas. A exposição desenvolve-se ao longo de onze salas onde serão abordados os aspectos mais significativos da acção republicana no ensino, percurso acompanhado por equipamentos multimédia que permitem estabelecer interactividade com os conteúdos expostos.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Exposição: Cinema em Portugal : os primeiros anos

Exposição Cinema em Portugal : os primeiros anos
Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Enquadrada numa parceria com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
e a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema,
o Museu de Ciência da Universidade de Lisboa abre ao público
na próxima quinta feira, dia 9 de Dezembro, às 19 horas,
a exposição Cinema em Portugal: os primeiros anos.

Das primeiras imagens em movimento aos alvores do cinema sonoro, a exposição percorre as primeiras décadas
do cinema em Portugal, recordando a evolução da técnica e tecnologia envolvidas durante a I República.
Dos primeiros espectáculos e primeiros filmes aos estúdios e rodagens, passando pelas salas e públicos e estrelas de cinema,
sem esquecer os coleccionadores, mostram-se equipamentos, documentos e filmes, que são um testemunho, em Portugal,
do nascimento fulgurante desta arte de multidões e da invenção de uma nova indústria no virar do século.
Esta exposição pretende também ser um estímulo ao fomento de uma cultura histórica de base científica,
um excelente ponto de partida para a divulgação da ciência e do seu impacto nas sociedades.

Período de exibição: 10 de Dezembro de 2010 a 29 de Maio de 2011
Local: Museus da Politécnica, Rua da Escola Politécnica, 58, 1250-102 Lisboa
Horário: Terça a Sexta das 10h às 17h, Sábados e Domingos das 11h às 18h
Contactos: Tel. 213 921 803, geral@museus.ul.pt, www.mc.ul.pt

Participe nos Repórteres da República em:

terça-feira, 30 de novembro de 2010

EXPOSIÇÃO Columbano Bordalo Pinheiro (1900-1929) INAUGURAÇÃO 2 de Dezembro de 2010

Local: Lisboa, Museu do Chiado / Museu Nacional de Arte Contemporânea
Período de exibição: 2 de Dezembro de 2010 a 27 de Março de 2011
Comissária: Maria Aires Silveira

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

“(…) homenzinho trigueiro, pequeno, silencioso, com a sua miopia doce e o seu ar contrafeito (…) cheio de susceptibilidades, modesto por orgulho, intransigente por princípio”
Fialho de Almeida – Os Gatos, 1891, IV, p. 48

Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929), pioneiro do realismo português, introduz um discurso de modernidade, especialmente através do retrato, desde a década de 80, e representa as mais destacadas personalidades da sociedade portuguesa, em imagens identificadoras das mudanças sociais, ao longo de três gerações da viragem do século. O projecto desta exposição aborda estas intenções do artista e apresenta o retrato como tema clarificador dos diferenciados programas estéticos do autor. No início, sucedem-se os retratos de familiares e amigos mas, a partir dos anos 90, emerge uma elite, politicamente afirmada e culturalmente sólida, um inventário figurativo de elementos significativos dos meios políticos, literários, jornalísticos e artísticos portugueses, inclusive dos meios teatrais. A sua vasta produção de uma centena de retratos, entre 1885 e 1928, correspondente a uma crescente projecção do autor, que se afirma a partir de uma mediatizada exposição, em 1894, é reveladora deste gosto que abrange a sua própria imagem, em algumas pontuações icónicas.

Por outro lado, importa registar o interesse pela natureza-morta, desde 1872, e especialmente na década de 90 até ao final da sua vida, que desenvolve paralelamente ao esforço de captação psicológica exigido pelo retrato. Na tranquilidade do lar, cenas intimistas remetem para realidades interiores, expressas por um estatismo misterioso de discretas e delicadas figuras, em pinturas sensíveis.

Director do Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado, da Sociedade Nacional de Belas Artes, professor na Escola de Belas Artes, Columbano esboça, em inícios de 1900, e após grandes sucessos nacionais, uma intenção de internacionalização, através da participação em numerosas exposições no estrangeiro, mas também pela integração de obras suas nas colecções do Musée du Luxembourg, actualmente no Musée d’Orsay, e Galeria degli Uffizi-Palazo Pitti. Estas pinturas, inéditas em Portugal, são apresentadas nesta exposição, tal como um núcleo de peças da sua autoria, pertencente à colecção do Museu das Belas Artes do Rio de Janeiro. Esta exibição contará também com um Auto-retrato do seu amigo John Singer Sargent, colecção da Galeria degli Uffizi-Palazo Pitti, uma pintura de esquema compositivo e cromático semelhante a muitos dos retratos de Columbano.

Maria de Aires Silveira
Comissária da Exposição


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Exposição: A República foi ao Teatro

Local: Lisboa, Museu Nacional do Teatro
Inauguração: 25 de Novembro, 18h00
Período de exibição: 25 de Novembro de 2010 a 29 de Maio de 2011
Horários: 4ª Feira a Domingo, das 10h-18h. 3ª Feira, das 14h-18h. Encerra à 2ª Feira.
Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Em 1910, o Teatro era o centro de toda a actividade cultural, artística e lúdica da sociedade portuguesa e europeia. As artes do palco, do teatro de revista ao grande teatro lírico eram, ainda, a única “indústria do espectáculo” e de diversão “artística ou cultural” verdadeiramente existente (o cinema estava a dar os seus primeiros passos e os concertos de música ou os espectáculos de dança não tinham, ainda, a expressão que irão mais tarde atingir), nelas se reflectindo, directa e indirectamente, a vida social, as tensões e os problemas sociais, a intriga e o combate político e, até, a vida amorosa, mais ou menos clandestina

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Exposição Viagens e Missões Científicas nos Trópicos - 1883–2010



Inauguração dia 16 de Novembro às 17:30

Jardim Botânico Tropical
Palácio da Calheta, Belém

Organização do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT)


Todos aqueles que se interessam pelos “tesouros” da Ciência nos Trópicos procuram o património associado ao resultado de viagens e missões científicas, conhecido quando acessível e imaginado quando inacessível. Esta selecção das colecções históricas e científicas à guarda do IICT reflecte não só as agendas científicas marcadas pela Monarquia e pela República para os Trópicos, como ainda a investigação actual, pautada pelo cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) em países da CPLP.

Ao desafio das Comemorações do Centenário da República “100 anos de República, 100 anos de Ciência”, o IICT respondeu com uma Exposição intitulada Viagens e Missões Científicas nos Trópicos - 1883-2010. A Exposição tem lugar no Jardim Botânico Tropical (JBT), palco privilegiado da actividade científica e técnica do IICT junto de diferentes públicos, na zona monumental de Belém.

Estrutura-se em duas linhas discursivas: uma sobre viagens, expedições e missões científicas que tiveram lugar nos séculos XIX e XX e respectivos acervos, memórias e estudos; a outra sobre investigação interdisciplinar sobre desenvolvimento global. Em alguns dos painéis as duas linhas discursivas sobrepõem-se, noutros convivem em «paralelo», reflectindo estratégias e programas científicos que se foram sucedendo.

O visitante é convidado a explorar a diversidade das áreas disciplinares contempladas pelas Missões científicas; conhecer as equipas no terreno e os equipamentos científicos utilizados; os materiais recolhidos e as metodologias aplicadas e, por fim, a divulgação do Saber Tropical produzido.

No núcleo “Rostos da Ciência” apresentam-se retratos de investigadores do IICT. Trata-se de um registo documental do ambiente actual de investigação do Instituto da autoria de Catarina Mateus.



Datas:
Patente ao público de 17 de Novembro de 2010 a 31 de Dezembro de 2011
Horário:
4ª feira a Domingo: 10h00 às 17h00; 3ª feira das 14h00 às 17h00 (horário de Verão até às 18h00). Última entrada 30m antes do encerramento.
Encerrado:
Às 2ª feiras, 3ª feiras até às 14h00, Domingo de Páscoa, 1 de Janeiro, 1 de Maio, 25 de Dezembro
Concepção e Coordenação:
Teresa Pacheco Albino
Consultoria Científica:
Ana Cristina Martins e Cláudia Castelo

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa e do Instituto de Museus e Conservação

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Exposição Teixeira Gomes, os anos passados no Porto


INAUGURAÇÃO
15 de Novembro de 2010, 18h30
Porto, Museu Nacional Soares dos Reis
15 de Novembro de 2010 a Março de 2011

Uma iniciativa do Museu Nacional Soares dos Reis com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Resumo: Por ocasião do primeiro centenário da implantação da República, evocamos Manuel Teixeira Gomes no Museu Nacional de Soares dos Reis.

Nascido em Portimão, fez a sua formação entre Lisboa, Coimbra e Porto, tendo estado aqui, entre 1881 e 1884. Durante esse tempo estabeleceu relações de amizade com vultos que mais tarde se destacaram na arte, na literatura e na política. Alguns deles, como Soares dos Reis ou Marques de Oliveira, estão hoje representados neste Museu.
É evocado o Republicano, o Escritor e o Coleccionador que ofereceu ao Museu o seu Retrato pintado pelo amigo Marques de Oliveira e o da filha do Visconde de Meneses, a quem o ligaram sentimentos cuja memória não quis deixar apagar.

Em 1924 passa de novo na cidade, agora como Presidente da República. A sua visita é pretexto para, na exposição, se evocar a cidade desses novos anos.
Esta exposição que conta com a colaboração do Museu de Portimão, estará aberta até Março do próximo ano e ao longo deste tempo serão editados quatro números mensais do jornal da exposição.

Mais informações em: http://mnsr.imc-ip.pt

terça-feira, 9 de novembro de 2010

EXPOSIÇÃO Primitivos Portugueses (1450-1550) O século de Nuno Gonçalves

Museu Nacional de Arte Antiga

11 de Novembro 2010 a 27 de Fevereiro 2011
18 de Novembro 2010 a 27 de Fevereiro 2011

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Resumo
Reunindo e colocando em confronto mais de 160 pinturas dos séculos XV e XVI, reconstituindo alguns dos mais belos retábulos portugueses desse período, esta exposição ensaia um panorama crítico, actualizado e de grande dimensão, acerca dos chamados Primitivos Portugueses e visa demonstrar como o estudo técnico e material desse património contribui decisivamente para renovar e aprofundar o seu conhecimento. Assinalando o centenário da primeira apresentação ao público, em 1910, dos Painéis de S. Vicente, que desde então passaram a constituir, nacional e internacionalmente, a obra “fundadora” e mais célebre da arte da pintura em Portugal, a exposição procura também documentar e questionar as noções de “originalidade artística” e de “identidade nacional” tradicionalmente associadas ao brilhante ciclo criativo dos Primitivos Portugueses, iniciado por Nuno Gonçalves e depois prosseguido e consolidado pelos nossos pintores da primeira metade do século XVI.

Contando com a colaboração de muitas colecções públicas e privadas, a selecção de peças privilegiou quer os painéis retabulares mais importantes, quer as pinturas menos conhecidas, algumas oportunamente restauradas para esta ocasião. Do estrangeiro, comparecem importantes obras de museus de Itália, França, Bélgica e Polónia.

A estrutura da exposição tem uma dominante de ordenação cronológica mas combina essa sequência de base com um agrupamento das obras em função dos confrontos comparativos (estilísticos, iconográficos, etc.) que importa suscitar.

O percurso integra uma vasta quantidade de materiais gráficos, incluindo uma zona exclusivamente dedicada ao conhecimento, exposição e polémicas relacionadas com os Primitivos Portugueses desde 1910. Inclui também uma vasta documentação laboratorial associada à investigação do processo criativo das pinturas mais relevantes.

O núcleo expositivo no Museu de Évora é especialmente dedicado aos pintores luso-flamengos e às oficinas activas na cidade nas primeiras décadas do século XVI.

Comissário: José Alberto Seabra Carvalho
Informações em: http://mnaa.imc-ip.pt

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Início oficial das Comemorações do Centenário da Implantação da República

Hoje, depois de se içar a bandeira verde-rubra no Arco da Rua Augusta, pelas 17h, começam oficialmente as Comemorações do Centenário da Implantação da República. Pelas 18.30 inaugura-se, no Palácio Nacional da Ajuda, na Galeria D.Luís, uma Exposição "100 Anos de Património", em que se dá um balanço das ideias, práticas, instituições e personalidades que, ao longo de mais de um século, foram dando forma às instituições e às políticas de Património em Portugal. Uma Exposição a visitar, interessante, que não esgotando o tema, dá uma visão global da História deste processo. Um importante contributo do IGESPAR a estas comemorações. em parceria com a Comissão do Centenário, e com o importante apoio da Fundação EDP.
Dr. Elísio Costa Santos Summavielle, Secretário de Estado da Cultura

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Agora em Évora, na BPE, EXPOSIÇÃO LETRAS E CORES, IDEIAS E AUTORES DA REPÚBLICA

16 Setembro (quinta-feira), às 18h30

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
LETRAS E CORES, IDEIAS E AUTORES DA REPÚBLICA

No ano em que se comemoram cem anos sobre a implantação da República, a DGLB concebeu uma exposição a partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, convidando dez ilustradores a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época.
O resultado mostra de que forma literatura e arte, passado e presente, se podem cruzar de forma coerente e harmoniosa, dando corpo a um percurso fulcral da história portuguesa contemporânea: o triunfo da ideia republicana de cidadania, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra e a vida política, social, cultural e artística deste período.
A exposição, patente até dia 12 de Novembro, completa-se com a mostra de periódicos da época provenientes do espólio da BPE, reveladores dos acontecimentos mais marcantes no processo de transição do regime monárquico para a República.

CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Orador Alfredo Caldeira
Público Geral
Administrador do Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares, a sua intervenção tem-se desenvolvido, essencialmente,
no âmbito da utilização de sistemas informáticos em arquivos e bibliotecas, na organização de exposições
e colóquios de natureza cultural e no desenvolvimento de relações de cooperação com os países de língua oficial
portuguesa. Autor de diversas publicações de cariz histórico, jurídico e político, participa frequentemente em iniciativas
culturais e de divulgação.

Organização: Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas | Biblioteca Pública de Évora
ENTRADA LIVRE mediante inscrição prévia

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Em Oeiras, exposição “Letras e Cores, Ideias e Autores da República”

A partir de hoje, dia 6 de Setembro, inaugura nas 3 Bibliotecas Municipais de Oeiras a exposição “Letras e Cores, Ideias e Autores da República”, para o público em geral. 
Organização da DGLB, a partir do convite a dez ilustradores para trabalhar dez temas/ideias da República, a partir de textos de alguns autores contemporâneos da... República, resultou esta exposição de 10 cartazes!

sábado, 4 de setembro de 2010

Exposição: A Terra mais Maciçamente Republicana

EXPOSIÇÃO

Montijo
A terra mais maciçamente republicana


Galeria Municipal do Montijo
14 de Agosto a 30 de Outubro de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Mais duas exposições em Lisboa, Terreiro do Paço

Exposição: Corpo - Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Data de publicação: 
16.07.2010
Exposição
Corpo – Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Comissária: Rita Garnel
Local: Lisboa, Terreiro do Paço, Torreão Poente
Datas de exibição: 23 de Julho até Outubro de 2010, 17h30

Ver o site da exposição: http://corpo.centenariorepublica.pt/
Para agendamento de visitas guiadas enviar email para: marcarvisitas@centenariorepublica.pt
Exposição da responsabilidade da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Parceria Oficial do Turismo de Portugal.
Resumo: Corpo – Estado, medicina e sociedade no tempo da I República é o título escolhido para uma exposição que pretende dar conta da história da medicina em Portugal nas décadas da, da consolidação do poder e do prestígio dos médicos, bem como das relações entre este saber, o poder político e os diversos grupos sociais. É a história de um saber e de um poder que não recusou a sua vocação social. O Corpo não pretende ser apenas uma exposição exclusivamente documental e ilustrativa, dimensão que, porém, é fundamental. A mostra de objectos, documentos e fotografias visa, também, problematizar as relações do médico com o doente e com o corpo humano, individual ou social, e questionar o saber científico da medicina e dos médicos no tempo da I República.


Exposição: Corpo - Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Data de publicação: 
16.07.2010
Exposição
Corpo – Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Comissária: Rita Garnel
Local: Lisboa, Terreiro do Paço, Torreão Poente
Datas de exibição: 23 de Julho até Outubro de 2010, 17h30

Ver o site da exposição: http://corpo.centenariorepublica.pt/
Para agendamento de visitas guiadas enviar email para: marcarvisitas@centenariorepublica.pt
Exposição da responsabilidade da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Parceria Oficial do Turismo de Portugal.
Resumo: Corpo – Estado, medicina e sociedade no tempo da I República é o título escolhido para uma exposição que pretende dar conta da história da medicina em Portugal nas décadas da, da consolidação do poder e do prestígio dos médicos, bem como das relações entre este saber, o poder político e os diversos grupos sociais. É a história de um saber e de um poder que não recusou a sua vocação social. O Corpo não pretende ser apenas uma exposição exclusivamente documental e ilustrativa, dimensão que, porém, é fundamental. A mostra de objectos, documentos e fotografias visa, também, problematizar as relações do médico com o doente e com o corpo humano, individual ou social, e questionar o saber científico da medicina e dos médicos no tempo da I República.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Exposição: Letras e Cores, Ideias e Autores da República no Museu Nacional do Traje, a partir de 16 de Julho

No ano em que se comemoram 100 anos sobre a implantação da República, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, concebeu e produziu a Exposição em cartazes “Letras e Cores, Ideias e Autores da República”, uma iniciativa transversal à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, aos 308 Municípios nacionais, abrangendo o território de Continente e Ilhas mas também o território Lusófono e bem assim o Brasil, Universidades, Leitorados, Embaixadas de Portugal e outros espaços culturais.
A partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, a DGLB convidou dez ilustradores (João Vaz de Carvalho, Afonso Cruz, Bernardo Carvalho, Marta Torrão, Teresa Lima, Rachel Caiano, Jorge Miguel, Carla Nazareth, Gémeo Luís, Alex Gozblau) a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época: Ultimatum, Monarquia, 5 de Outubro, Igreja, Educação, Mulheres, Modernismo, Grande Guerra, Chiado e Revistas.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oh!... A República... até 31 de Janeiro de 2011

Na Cordoaria Nacional, todos os dias até Novembro

Vamos ver o Povo, até 19 de Setembro

Exposição — POVO
19 Junho — 19 Setembro de 2010
June 19th — September 19th
Todos os dias 10h às 18h
Sábados até às 20h
Every day from 10 a.m. to 6 p.m.
Saturdays until 8 p.m.
Av. Brasília, Central Tejo / 1300-598 Lisboa
www.fundacao.edp.pt
A Fundação EDP associa-se às comemorações do Centenário da República com a exposição internacional POVO|PEOPLE.
A pergunta, «O que é o povo?» serviu de linha orientadora a esta exposição que propõe ao público/povo de hoje várias respostas possíveis através de uma nova reflexão visual, estética, simbólica, sociológica e política sobre a génese e a evolução do conceito de POVO.


quinta-feira, 15 de abril de 2010

O 5º A foi ver a exposição na BPE, Quem Fez a República






A turma do 5ºA, no dia 16 de Março de 2010, realizou uma visita de estudo à Biblioteca Pública de Évora. Neste local decorria uma exposição referente ao tema: "Quem fez a República".

Nesta exposição observámos cartazes alusivos ao Regicídio, à Implantação da República, imagens de personalidades Eborenses ligadas à República, jornais da época, um excerto da constituição de 1911 e imagens de ruas e praças Eborenses de Republicanos.

Consultámos artigos dos jornais Eborenses: “ A Voz Pública”, “ O Carbonário” e “Notícias D’ Évora”.

domingo, 14 de março de 2010

9ºB e 9ºD na BPE a propósito da Exposição Fim da Monarquia e a Implantação da República

As turmas do 9ºB e 9ºD deslocaram-se no dia 10 de Março à Biblioteca Pública de Évora para realizar uma visita à exposição sobre o Fim da Monarquia e a Implantação da República, acompanhados das professoras Gracinda Quadrado e Ana Tavares.

Foi visível o entusiasmo dos alunos que, a par das informações históricas que iam obtendo sobre os momentos vividos nessa época, também se interessaram pela informação sobre as mulheres da República de que já tinham tido conhecimento na escola no dia 8 deste mesmo mês a propósito da celebração Dia da Mulher.

Como documentam as fotografias, o nosso grande poeta Luís de Camões também é lembrado nesta exposição através da paráfrase de um dos seus versos, o primeiro d’Os Lusíadas, que serve para recordar a todos a coragem e intrepidez destes republicanos.

Também mereceram a atenção dos alunos as notícias dos jornais de Évora da época que veiculavam a informação desses conturbados tempos e um dos painéis da exposição que continha o esboço de uma mesa com a indicação dos lugares e nomes de homens que participaram em reuniões de preparação da revolução republicana.

É a nossa História que está retratada nesta exposição e que merece ser visitada!

Texto redigido pela professora Gracinda Quadrado.