quinta-feira, 17 de março de 2011
Colóquio A República e os Monárquicos, 24 de Março, nos Paços do Concelho
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Colóquio Desigualdades Sociais: os Modelos de Desenvolvimento e as Políticas Públicas em Questão
Local: Porto, Biblioteca Municipal Almeida Garrett (dia 18 de Novembro)
Organização: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação: José Madureira Pinto
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Colóquio Internacional Da virtude e fortuna da República ao republicanismo pós nacional
Coimbra, Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
Ius Gentium ConimbrigaeCentro de Direitos Humanos/Human Rights Centre
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
Pátio da Universidade
3004 - 545 COIMBRA
F: (+351) 239 823353
terça-feira, 7 de setembro de 2010
COLÓQUIO - A I REPÚBLICA E A POLÍTICA EXTERNA, 9 a 10 de Setembro de 2010, em Lisboa no Museu do Oriente
Mais informações em:
Instituto Português de Relações Internacionais
da Universidade de Lisboa
Rua D. Estefânia, 195, 5.º D
100-155 Lisboa
Tel: 21 314 11 76
Fax: 21 314 12 28
Email: ipri@ipri.pt
http://www.ipri.pt
ENTRADA LIVRE
segunda-feira, 12 de julho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Ciclo de Encontros Temáticos: Pensar a República 1910-2010

24 a 26 de Maio de 2010
Sala Multiusos 2, Edifício I & D
Pensar o século da República em Portugal através da apresentação de investigações em Antropologia (algumas em curso, outras já terminadas), é a proposta deste conjunto de sessões organizadas pelo Departamento de Antropologia da FCSH.
Ao longo deste período (1910-2010), o país protagonizou grandes transformações sociais e políticas (a instauração do regime republicano, golpes de estado, ditadura, democracia). Partindo de uma perspectiva comum, que centra a atenção dos investigadores naqueles grupos da sociedade cuja voz normalmente não é escutada, pretende-se analisar uma série de momentos particulares (a instauração da República, o salazarismo e o franquismo, a revolta operária de 1934, a guerra colonial, o pós-25 de Abril) através da acção e participação populares.
Local: FCSH, Av. de Berna, 26-C, 1069-061
Edifício I&D, Sala Multiusos 2
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Colóquio Literatura Portuguesa

Colóquio
Literatura Portuguesa e a Construção do Passado e do Futuro
24, 25 e 26 de Maio de 2010
Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa
Organização
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação
Helena Buescu e Teresa Cristina Cerdeira
As comemorações dos 100 anos da República Portuguesa exigem um trabalho da memória. Exigem, sobretudo, um olhar do presente que revisite as vertentes utópicas que a geraram, o empenho intelectual que a sustentou, a aposta de modernidade que ela continha e que desejaria ter visto prolongar-se por mais tempo.
Ao comemorar 100 anos da República Portuguesa, cabe uma outra exigência: a de fazê-la dialogar, por um lado, com a tradição cultural portuguesa, modo de afirmar as marcas de uma literatura de fundação e a evidente actualidade dos clássicos; por outro também com o presente, ao estabelecer, por exemplo, os elos possíveis entre a revolução republicana e a reconquista histórica da democracia portuguesa em Abril de 1974, revisitadas pela literatura dos séculos XX e XXI.
Celebrar a República é, antes de tudo, revisitar criticamente o seu processo.
sexta-feira, 30 de abril de 2010

Colóquio
Memória e Cidadania na Literatura Tradicional Peninsular
10 e 11 de Maio de 2010
Universidade do Algarve (Faro)
Biblioteca Municipal Álvaro de Campos (Tavira)
Organização
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Helena Buescu e Pedro Ferré
Francisco Bethencourt e Diogo Ramada Curto escreveram, em 1991, que “A memoria da nação está presente um pouco por todo o lado, pontuando de sinais o quotidiano das gentes, enformando a sua maneira de viver e de sentir, balizando o presente e o futuro enquanto forma de representação de uma identidade construída ao longo de oito séculos de forma descontínua.” Ora, um dos lugares onde se torna imperioso procurar essa memória é, sem dúvida, a literatura e, de forma muito particular, a literatura tradicional.
De facto, durante o século XIX, a demanda de uma literatura nacional, ‘achada’ pelos românticos peninsulares na literatura oral e a “perspectiva valorizadora da descoberta e identificação das origens étnicas dos factos da cultura popular portuguesa” ensaiada por Teófilo Braga são reveladoras da enorme importância da literatura popular na procura de uma identidade nacional. Note-se que, em Espanha, nem o sábio filólogo Ramón Menéndez Pidal conseguiu escapar ao espírito do ‘noventayochismo’ nacionalizando o romanceiro.
Ainda no século XIX, Antero de Quental encontrou, também, nesta literatura, exemplos para “desenvolver no espírito das crianças certas tendências morais” fundamentais para “a harmonia do carácter e, em geral, para o bom equilíbrio das faculdades”. Assim, baseando-se essencialmente no romanceiro e na lírica tradicional, forjou o seu Tesouro Poético da Infância com objectivos bem claros: despertar nos jovens “o sentimento do bem e do belo, sem o qual, mais tarde, a própria rectidão do carácter degenera numa dureza intolerante e estreita”.
Deste modo, a literatura oral foi, durante o século XIX, objecto de um vivíssimo interesse, tendo-se dedicado à procura no seu seio
a) ora das origens de uma literatura nacional,
b) ora dos traços configuradores de uma etnia ou etnias,
c) ora ainda de uma constelação de valores apropriados para a formação da cidadania.
O século XX foi, progressivamente, abandonando grande parte destas preocupações - se exceptuarmos o aproveitamento que de alguns destes princípios se fez durante as ditaduras de Salazar e de Franco – postulando mesmo que, na literatura tradicional, as versões de um tema não passam de um mero testemunho - concretizado através de uma língua e de um conjunto de singularidades espácio-temporais - de um determinado arquétipo transnacional. Contudo, independentemente do acerto desta visão, não se deverá esquecer que alguns dos temas conservados pelas memórias colectivas repetem, numa dimensão literária, episódios particulares da História e, numa dimensão formativa, inculcam valores.
Deste modo, este encontro, que reunirá, no Algarve (Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, em Faro / Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira) alguns dos principais especialistas em literatura oral e tradicional no contexto ibérico, entre 10 e 11 de Maio, pretende promover a reflexão em torno de dois eixos vectoriais fundamentais: a memória e a cidadania, entendidas enquanto valores inerentes aos próprios mecanismos de transmissão dos diversos géneros literários tradicionais, ou ainda enquanto molduras ideológicas que enquadraram, de uma forma ou de outra, os trabalhos de recolha e estudo de muitos dos que a este tipo de literatura, ao longo do tempo, se dedicaram.
Mais informações em:
http://coloquio-memoria.centenariorepublica.pt/








