terça-feira, 20 de julho de 2010

Mais duas exposições em Lisboa, Terreiro do Paço

Exposição: Corpo - Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Data de publicação: 
16.07.2010
Exposição
Corpo – Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Comissária: Rita Garnel
Local: Lisboa, Terreiro do Paço, Torreão Poente
Datas de exibição: 23 de Julho até Outubro de 2010, 17h30

Ver o site da exposição: http://corpo.centenariorepublica.pt/
Para agendamento de visitas guiadas enviar email para: marcarvisitas@centenariorepublica.pt
Exposição da responsabilidade da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Parceria Oficial do Turismo de Portugal.
Resumo: Corpo – Estado, medicina e sociedade no tempo da I República é o título escolhido para uma exposição que pretende dar conta da história da medicina em Portugal nas décadas da, da consolidação do poder e do prestígio dos médicos, bem como das relações entre este saber, o poder político e os diversos grupos sociais. É a história de um saber e de um poder que não recusou a sua vocação social. O Corpo não pretende ser apenas uma exposição exclusivamente documental e ilustrativa, dimensão que, porém, é fundamental. A mostra de objectos, documentos e fotografias visa, também, problematizar as relações do médico com o doente e com o corpo humano, individual ou social, e questionar o saber científico da medicina e dos médicos no tempo da I República.


Exposição: Corpo - Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Data de publicação: 
16.07.2010
Exposição
Corpo – Estado, Medicina e Sociedade no tempo da I República.

Comissária: Rita Garnel
Local: Lisboa, Terreiro do Paço, Torreão Poente
Datas de exibição: 23 de Julho até Outubro de 2010, 17h30

Ver o site da exposição: http://corpo.centenariorepublica.pt/
Para agendamento de visitas guiadas enviar email para: marcarvisitas@centenariorepublica.pt
Exposição da responsabilidade da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Parceria Oficial do Turismo de Portugal.
Resumo: Corpo – Estado, medicina e sociedade no tempo da I República é o título escolhido para uma exposição que pretende dar conta da história da medicina em Portugal nas décadas da, da consolidação do poder e do prestígio dos médicos, bem como das relações entre este saber, o poder político e os diversos grupos sociais. É a história de um saber e de um poder que não recusou a sua vocação social. O Corpo não pretende ser apenas uma exposição exclusivamente documental e ilustrativa, dimensão que, porém, é fundamental. A mostra de objectos, documentos e fotografias visa, também, problematizar as relações do médico com o doente e com o corpo humano, individual ou social, e questionar o saber científico da medicina e dos médicos no tempo da I República.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Exposição: Letras e Cores, Ideias e Autores da República no Museu Nacional do Traje, a partir de 16 de Julho

No ano em que se comemoram 100 anos sobre a implantação da República, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), em colaboração com a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, concebeu e produziu a Exposição em cartazes “Letras e Cores, Ideias e Autores da República”, uma iniciativa transversal à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, aos 308 Municípios nacionais, abrangendo o território de Continente e Ilhas mas também o território Lusófono e bem assim o Brasil, Universidades, Leitorados, Embaixadas de Portugal e outros espaços culturais.
A partir de textos de autores que marcaram decisivamente a cultura humanístico-literária em Portugal no final do século XIX e início do século XX, a DGLB convidou dez ilustradores (João Vaz de Carvalho, Afonso Cruz, Bernardo Carvalho, Marta Torrão, Teresa Lima, Rachel Caiano, Jorge Miguel, Carla Nazareth, Gémeo Luís, Alex Gozblau) a tratar plasticamente dez temas representativos do contexto social, político, cívico e cultural da época: Ultimatum, Monarquia, 5 de Outubro, Igreja, Educação, Mulheres, Modernismo, Grande Guerra, Chiado e Revistas.

Apresentação da Colecção Roteiros Republicanos - 15 de Julho

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oh!... A República... até 31 de Janeiro de 2011

Na Cordoaria Nacional, todos os dias até Novembro

Vamos ver o Povo, até 19 de Setembro

Exposição — POVO
19 Junho — 19 Setembro de 2010
June 19th — September 19th
Todos os dias 10h às 18h
Sábados até às 20h
Every day from 10 a.m. to 6 p.m.
Saturdays until 8 p.m.
Av. Brasília, Central Tejo / 1300-598 Lisboa
www.fundacao.edp.pt
A Fundação EDP associa-se às comemorações do Centenário da República com a exposição internacional POVO|PEOPLE.
A pergunta, «O que é o povo?» serviu de linha orientadora a esta exposição que propõe ao público/povo de hoje várias respostas possíveis através de uma nova reflexão visual, estética, simbólica, sociológica e política sobre a génese e a evolução do conceito de POVO.


A República mês a mês - Separação da Igreja e do Estado

Programa de Edições de Teses e Dissertações


REGULAMENTO

O Programa de Edição de Teses e Dissertações integra o programa de comemorações do Centenário da República e tem por objectivo promover a publicação de teses e de dissertações que tenham por objecto de estudo a I República e o Republicanismo. O Programa é aberto aos investigadores em geral.

Art. 1.º
No âmbito das Comemorações do Centenário da República em Portugal, é lançado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR) um programa de edição de teses e de dissertações com o objectivo de divulgar trabalhos académicos com relevância científica dedicados ao estudo da I República e do Republicanismo.

Art. 2.º
O programa destina-se a todos investigadores que tenham concluído teses e dissertações académicas relacionadas com a temática da I República e do Republicanismo em todas as áreas científicas.

Art. 3.º
Só serão considerados para publicação os trabalhos concluídos e discutidos em provas académicas e que ainda não tenham sido publicados.

Art. 4.º
A selecção de trabalhos a publicar terá em consideração a originalidade do tema, a qualidade científica, a natureza das fontes e a metodologia utilizada.

Art. 5.º
Os trabalhos concorrentes deverão ser enviados para Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, em formato digital, através do endereço de correio electrónico teses@centenariorepublica.pt, até 15 de Julho de 2010. Os trabalhos deverão ser acompanhados pelo Curriculum Vitae, declaração de conclusão de mestrado/doutoramento e contactos do autor.

Art. 6.º
Os trabalhos a publicar serão seleccionados por um Júri nomeado pela CNCCR, composto por cinco especialistas.

Art. 7.º
Os trabalhos que não se enquadrem nos critérios de publicação não serão considerados.

Art. 8.º
A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República compromete-se a assegurar a edição e divulgação dos trabalhos selecionados.

Art. 9.º
Os casos omissos serão decididos segundo a matéria a que respeitem, pela CNCCR.

Mais informações: teses@centenariorepublica.pt

terça-feira, 22 de junho de 2010

Mensagem de agradecimento

A Comissão Dinamizadora das Comemorações do Centenário da República agradece o empenhamento, a motivação e a disponibilidade demonstrados por todos os elementos da comunidade educativa, pais e encarregados de educação, alunos, docentes, funcionários, entidades locais e a inestimável colaboração do Eborae Musica, na concretização das actividades inerentes ao Projecto do Centenário da República. A Comissão agradece também à C.C.R.D.A. a disponibilização do seu auditório para a realização do espectáculo de encerramento do primeiro ano deste projecto.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Os apresentadores do espectáculo e os anfitriões


O concerto, a orquestra, o coro, o Canto Torna Viagem e o Hino Nacional - "O Hino contado e cantado"

"O meu primeiro discurso" pelo Clube Estórias da História

BOA NOITE!
O meu primeiro Discurso

No meu primeiro dia de aulas, na Escola E.B.I. André de Resende senti medo do desconhecido que aí vinha e até chorei. Tudo era novo!
Caminhei para a sala de aula, entrei e conheci os meus colegas de turma e revi outros mais antigos. Fizemos a apresentação com a directora de turma: nome, idade, passatempos, entre outras coisas. E, no resto da aula estabelecemos as regras de funcionamento da sala de aula.
No intervalo brinquei e fiz novas amizades. Os dias foram passando, comecei a habituar-me e a gostar, vir para a escola passou a ser aliciante.
Aprendi matérias novas, e, como se formou o meu País. Não foi fácil, implicou muito empenhamento, esforço, dedicação e luta. (Entre as brumas da memória, ó pátria sente-se a voz, dos teus egrégios avós, que hão-de levar-te à vitória).
E o tempo passou… Cheguei à minha matéria favorita, os descobrimentos, e, descobri que os portugueses foram únicos neste empreendimento, demos novos mundos ao mundo, conhecemos novas gentes, novos mares, novos animais e novas plantas… (Heróis do mar, nobre povo, nação valente, imortal)
Os dias foram ficando maiores e rapidamente chegou o calor e o fim do ano. Vieram as férias, a praia e o descanso merecido.
E de novo o regresso…
Desta vez, o meu primeiro dia de aulas foi muito divertido, já não tive receio, e não chorei.
Nas aulas relembrámos a matéria já dada no ano anterior e começámos a aprender novos conteúdos.
Aprendemos que houve venturas e desventuras e Portugal sempre conseguiu vingar e encontrar uma solução. (Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal).
Nunca cruzámos os braços, lutámos sempre. (às armas, às armas, sobre a terra e sobre o mar! Às armas, às armas, pela pátria lutar!).
E aprendi com a História, que nunca devemos desistir e devemos defender aquilo em que acreditamos. Assim, aqui estamos hoje porque alguns acreditaram que era possível mudar e manter o “…o esplendor de Portugal.”

Desejamos a todos um agradável “Serão”.

A exposição na C.C.D.R. Alentejo

Viva a República!-Expo

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de Junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580.
Com a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais.
Neste decreto ficaram consignados os feriados de 1 de Janeiro, Dia da Fraternidade Universal; 31 de Janeiro, que evocava a revolução falhada do Porto, evocando os mártires da República; 5 de Outubro, Dia dos heróis da República; 1 de Dezembro, o Dia da Autonomia (Restauração da Independência) e o Dia da Bandeira.
Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões, o poeta que escreveu Os Lusíadas.
O 10 de Junho começou a ser particularmente exaltado com o Estado Novo, o regime instituído em Portugal. Foi a partir desta época que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional.